sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O culto da gravata

O escritório da minha empresa fica no centro do Rio, e é comum no início da manhã, na hora do almoço e no final da tarde ver uma multidão de sujeitos andando pelas ruas e nos ônibus trajando o clássico conjunto terno e gravata. E isso independente do tempo, pode estar fazendo um daqueles dias quentes e abafados de verão e todos eles suando debaixo de seus ternos. Felizmente para mim, na empresa onde trabalho não existe um código de vestimenta assim tão rigoroso, mas não deixo de pensar sobre a razão que leva a muitas empresas obrigarem os funcionários a se vestirem assim, ou mesmo as pessoas por iniciativa própria escolherem tais roupas sociais.

Pessoalmente, eu vejo a roupa como uma simples necessidade cotidiana da sociedade. Afinal, pensem comigo, seria bem estranho e desagradável se todos andassem nus por aí, seria uma nojeira ver os homens andando por aí com os troços pendurados, sem falar em mulheres fora de forma sob a ação impetuosa da gravidade - e antes de acharem que eu não gostaria de ver as moças mais gatas andando por aí como vieram ao mundo, acho que no início seria interessante, mas logo perderia a graça, acabaria com a fantasia de ver uma mulher bonita passando na rua e despí-las com os olhos... Brincadeira, daqui a pouco vou receber uma tijolada na cabeça da mulherada pelo comentário chauvinista acima.

Bem, falando sério, a roupa é algo cotidiano, e vejo que ela deve ser o mais confortável possível, principalmente quando se fala de passar oito horas ou mais no trabalho. Nada melhor que uma calça jeans ou um par de tênis para enfrentar o dia-a-dia corrido. Mas existem muitas pessoas que adotam a clássica postura de ir arrumados para o trabalho, usando trajes sociais mesmo quando este não impõe um modelo de vestimenta a ser seguido. Porém arrumar-se para o trabalho normalmente implica em usar peças de roupa que são incômodas e nem um pouco confortáveis, como um terno totalmente inadequado para o nosso clima tropical, um sapato de salto alto que provoca dores nos pés ou uma gravata apertando o pescoço. Aliás, nunca entendi a função da gravata, além de ser um meio da pessoa ser facilmente enforcada...


Eu pessoalmente acho que tal postura é ridícula, como diz o ditado "o hábito não faz o monge". Afinal de contas, será que a maneira de se vestir deve ser usada como forma de qualificar o funcionário? Será que eu seria um profissional inferior a outro apenas pelo fato dele usar terno e gravata enquanto eu uso jeans e camiseta? Para a maioria das pessoas, muitas delas infelizmente trabalhando nos setores de Recursos Humanos das empresas ou escrevendo livros sobre etiqueta, a forma de se vestir é definida sim como um critério de qualidade, usam inclusive outro dizer popular (que eu particularmente não acredito muito) que fala que "a primeira impressão é a que fica". Uma tolice, pois forjar uma aparência elegante com um terno alugado ou um vestido emprestado quando não se é qualificado é algo muito simples de fazer. Além disso, grandes injustiças podem ser cometidas, pois o fato da pessoa se vestir de uma maneira menos formal não a torna menos qualificada.

Para se ter uma idéia desse meu raciocínio, permita-me contar uma historinha verídica. Certa vez estive em um congresso, e fui em uma das sessões para assistir alguns trabalhos. Chegando cedo na sala pude presenciar os dois primeiros apresentadores lá na frente, com pen-drives nas mãos para colocar no computador da sala suas apresentações. Um deles era um sujeito baixinho, e que estava todo arrumado como um lorde, com um terno impecável, gravata combinando e sapatos lustrados, todo de acordo com as regras de etiqueta e vestimenta. O outro, por sua vez, estava com um visual mais descontraído, com uma camiseta lisa para fora da calça jeans, esta que já demonstrava um bom uso, e para fechar um par de botas de caminhada. Pergunto: qual deles era o melhor apresentador?

Se a pergunta fosse respondida por um estilista ou formando de uma faculdade de moda, certamente diriam que o primeiro cara, o engravatado, era o melhor apresentador. E você, o que diria? Façam suas apostas...

Continuando com a minha narrativa, o primeiro a apresentar foi o cara de terno e gravata, e foi algo sofrível de assistir: sua apresentação foi enjoativa, ele não fez nada além de simplesmente ler os slides, sem olhar para a platéia, com uma voz tremida e assustada. Ficava evidente nas frases que ele tinha decorado um longo texto e o estava reproduzindo na íntegra. No final, na etapa de perguntas, ele meio que se esquivava, replicava os questionamentos sem respondê-los. Uma apresentação de merda...

Por sua vez, o cidadão de estilo "inadequado" fez uma apresentação exemplar, extremamente natural, demonstrando que entendia do assunto. Praticamente sem olhar para seus próprios slides, ele conseguiu prender a atenção do público, e ainda soube responder bem todas as perguntas, saindo de lá bastante aplaudido. Resumindo, a roupa não teve nada a ver com a performance de ambos os apresentadores. O cara que estava todo arrumado segundo os padrões de etiqueta fez uma apresentação de merda, enquanto que aquele que não se preocupou com a roupa mostrou-se um apresentador competente e com total domínio do assunto.

Mas aí remetemos mais uma vez ao conceito levantado pelos defensores dos padrões de vestimenta, que a primeira impressão é a que fica, e nessa mesma apresentação isso se fez notar, em especial quando o segundo cara (o "largado") foi mostrar seu trabalho, era visível como haviam pessoas comentando sobre o fato de que ele estava mal-vestido, de que não estava levando o congresso à sério. Ou seja, para essa maioria, estar bem vestido é sinônimo de competência e comprometimento. Bobagem! Você por acaso vê competência, idoneidade e seriedade nesse sujeito aí de baixo?


Ou nesse?


Nem eu... E olha que os dois estão de terno e gravata...

Entretanto, cada vez mais concluo que a sociedade está ainda mais superficial, e certos aspectos mais exteriores e visíveis se tornaram muito mais importantes que aqueles de maior importância, como a personalidade, profissionalismo e competência. E vejo que colocar a roupa à frente daquele que a veste ainda acaba tendo um efeito negativo sobre a pessoa, principalmente quando esta é fraca de espírito e insegura de sua qualificação profissional. Há aquelas pessoas que ao vestir a roupa de trabalho se sentem dentro de uma armadura, que as protegerá de qualquer dúvida que os outros possam ter de sua competência; e também tem aqueles arrogantes que vêem na roupa social de trabalho uma forma de mostrar para o mundo o que faz, se exibir como um grande e exemplar funcionário, quando muitas vezes não é na prática. Este último comportamento eu particularmente sempre observei em muitos advogados, que vestindo seus ternos e gravatas se sentem no direito de olhar de cima para nós, meros cidadãos que não cursaram Direito... E nem precisa ser formado não: já cansei se ver moleques que mal entraram na faculdade se vestindo de terno e gravata, com a mesma postura arrogante de quem acha que pode mijar contra o vento sem se molhar...

Claro, não estou querendo descer até lá embaixo, não estou dizendo que é para ir trabalhar de short, camisa regata e chinelo. É necessário um pouquinho só de bom senso para entender o mínimo de roupa necessária para ir em determinado lugar. O meu ponto é que a roupa não tem nenhum tipo de influência sobre a pessoa que a veste, colocar uma roupa mais formal não torna o indivíduo mais inteligente, qualificado ou confiável.

Foi como certa vez, um casamento no qual eu fui. Pela postagem, você já deve estar vendo como odeio gravata, e realmente nem sequer me preocupei com essa peça de indumentária. Calça social, um sapato social simples (nada daqueles desconfortáveis sapatos engraxados), uma camisa social simples e mais um blazer, e só. Nada de gravata. Aí as pessoas olhando, alguns colegas vindo e me dizendo "puxa, você tinha que ter colocado uma gravata...". Pra quê? Onde tá escrito que é obrigatório colocar uma gravata? Estava ali, vestido de maneira adequada, nada de ofensivo, pombas! Que mal faz eu estar ali sem gravata? Daqui a pouco vão colocar um estilista na entrada, que vai barrar quem não se enquadrar perfeitamente nos padrões do traje exigido. Pombas, achei que em um casamento as pessoas se preocupassem em observar somente o vestido da noiva...


Vou te dizer... Os russos são muitas vezes sem noção, mas tem horas que acertam. Continuando...

Bom, só sei que de lá pra cá não tenho sido convidado muito para casamentos... Por um lado é bom, já estava ficando enjoado de ver todos meus amigos se casando e eu ainda solteiro...

Aliás, nesses casamentos eu sempre vejo aquelas maldades que fazem com crianças. Botam o molequinho de menos de 4 anos de terninho, sapatinho social e gravatinha! Putzgrila, que coisa bizarra, parece que querem condicionar a criança desde cedo a usar esse tipo de roupa, maldade fazer isso com uma criança. Tão ridículo, parece mais um boneco de ventríloquo.

Bom, aí nessas horas aparecem os estilistas e conhecidos de moda, que vem me falar dos tipos de trajes. Aí vem aquela baboseira de traje esporte, traje de passeio, passeio completo... Cara, não faço a idéia do que é cada um, pra mim traje esporte é roupa de praticar esporte. Nunca me liguei nessas coisas, tenho uma amiga que certa vez ficou quase uma hora me dando um sermão em um desses casamentos pois eu não estava com o traje de passeio completo, que eu era obrigado a usar terno e gravata...

O mais engraçado era ver todos os homens lá nesse casamento, suando que nem porcos no chiqueiro debaixo do Sol e dentro de seus ternos alinhados, alguns deles ficando com aquelas características poças de suor nas costas, enquanto eu estava lá numa boa, só com uma camisa social de manga curta. Realmente, deve ser muito elegante o sujeito estar lá com um terno suando em bicas. Parece que é mais importante seguir o padrão, por mais estúpido que seja, do que adotar algo mais confortável e adequado para o clima.

Me lembro até com certos detalhes a bronca que essa amiga me deu, explicando todos os trajes. Me marcou pois teve uma hora que ela falou que eu nem estava com o traje de passeio sim correto. Passeio é quando o terno e gravata são dispensados, e pode-se usar só uma calça e camisa social, mas ela chamou a minha atenção pois não podia usar camisa social de manga curta, teria que ser uma camisa de manga comprida, que podia ser dobrada.

Na boa, cara... Uma das coisas mais estúpidas que eu já vi é essa de camisa social de manga comprida dobrada. Puta que pariu! Pra ficar com a manga dobrada, por que não usar logo uma camisa de manga curta? Sério, é tanta estupidez como comprar uma calça e depois cortar as pernas pra fazer uma bermuda!

Eu sinceramente acho ridículo essa obrigatoriedade, essas regras de vestimenta, deve ser coisa inventada pelas lojas de roupas, porque sem isso ninguém nunca ia usar terno. Tudo bem, eu sei que a maioria das pessoas não tem bom senso, mas eu tenho certeza de que ninguém vai aparecer em um casamento vestindo um jeans furado e uma camiseta "mamãe sou forte". Não tem nada demais em simplificar um pouco, não vejo isso como uma coisa ofensiva, ou atitude rebelde, como essa mesma amiga me disse. Ofensivo seria por exemplo usar uma gravata dessas...


Como saideira, deixa eu contar um outro caso que aconteceu comigo. Certa vez fui fazer uma dinâmica de grupo para uma vaga em uma empresa. Na hora de me vestir, arrumei uma camisa social de manga curta lisa, uma calça de brim e sapatos esporte-sociais (aqueles marrons, mais normais e confortáveis, nada daqueles Vulcabras pretos insuportáveis). Cheguei lá no local, e vi vários caras, na minha opinião, exageradamente vestidos: vários de terno e gravata, outros com aquelas camisas sociais caras de manga longa, sapatos chiques e tudo mais. Quando a entrevistadora, uma mulher feia que nem um pé com ferida que devia ser duma dessas firmas de RH, nos chamou, ela passou os olhos em todos e logo separou eu e outros do grupo, dizendo com o nariz empinado:


"Vocês podem ir, estão dispensados do processo seletivo."

Foi uma surpresa geral. Claro, as pessoas ficaram sem entender, ficou aquele burburinho... E eu, que estava bem na frente, perguntei para a mulher baseado no quê ela estava nos dispensando. Então, ela me olhou com aquele ar de superioridade arrogante, que só tipos metidos à besta tem, e disse algo mais ou menos assim:


"Ora, pela forma que vocês estão vestidos, fica evidente que vocês não tem qualificação suficiente para esse cargo... É melhor economizarmos o tempo de vocês, e principalmente o meu..."

Ah, vou te dizer... Poucas vezes na minha vida eu senti tanta raiva. Além disso, jamais levantei ou levantarei a mão para uma mulher. Mas que me deu uma vontade de dar uma porrada naquela mulherzinha arrogante, isso deu. Nunca vi essa, de chamar um monte de gente pra uma dinâmica e depois fazer uma filtragem com base no que as pessoas estão vestindo. Muitos reclamaram, falaram que era injusto, que era preconceito, que não competência não se mede pela roupa que se veste, algumas meninas em lágrimas e se me lembro bem, ainda houve um "vai à merda, não quero essa bosta de emprego mesmo". O pior é que a mulher ficou ali, parada, olhando para a gente. Parecia querer ver a nossa reação, ou ter a certeza de que iríamos ir embora mesmo.

Pro azar dela, naquela época eu não era mais o bobalhão da escola, que aceitava tudo sem falar. Não iria levar desaforo para casa, olhei bem na cara da mocoronga e falei, algo mais ou menos assim (faz muito tempo, não lembro das palavras exatas, pôrra!)


"Ótimo, melhor assim mesmo! Não vou perder tempo com uma empresa que não tem interesse em contratar pessoas incompetentes... Afinal de contas, se contratam uma empresinha de RH muquirana como essa, não devem querer mesmo lidar com gente inteligente e competente..."

Ah, mas a mulher ficou puta da vida! Dava pra ver nos olhos dela, a expressão de raiva, mas que ela se viu obrigada a conter, para não perder a razão. Virei as costas e fui pra casa, e nunca mais fui fazer uma dinâmica para essa empresa.

Como disse, terno e gravata pra mim não vale pôrra nenhuma, nunca usei e farei o possível para nunca usar. É coisa destinada para coisas como político, pastor de igreja evangélica, segurança de boate e advogado, e longe de mim querer ser confundido com um deles...

sábado, 17 de agosto de 2013

P#%&@s de Luxo

Mais uma das notícias bizarras que volta e meia aparece na Internet...


"Assistentes de palco estão sendo vítimas de uma cafetina do Sul. Conhecida como Mirley, a baronesa do sexo, ela oferece uma tabela contendo os nomes e o valor a ser pago por programa, que ela diz serem feitos em sua fazenda em Colombo, na Grande Curitiba.

Na lista, figuram nomes como Juju Salimeni (que ainda aparece como panicat, embora a moça já tenha trocado de emissora e hoje esteja no ‘Legendários’); Carol Dias (que começou no ‘Pânico’ este ano); Luana Kisner, ex-namorada de Adriano Imperador e que trabalhou como assistente de palco de ‘O Melhor do Brasil’; e Natalia Inoue, que participou da ‘Fazenda de Verão’. Os preços variam entre R$ 10 mil (Juju) e R$ 2 mil (Andressa Oliver). (...)"
Bizarro isso... Claro que não resta duvida que essa cafetina está dando um golpe nos marmanjos, é totalmente absurdo que uma única pessoa seja "agente de encontros de prazer" de todas essas mulheres famosas. Trata-se sem sombra de dúvida de uma vigarice pra pegar trouxa, que acha que vai pagar lá uma fortuna pra dar uns pegas numa panicat, e na hora H vai se deparar com algo assim...


E também não deixa de ser uma puta sacanagem (com trocadilho, por favor) com as ditas cujas que aparecem na lista. Realmente não deve ser muito agradável ter seu nome associado dessa forma à profissão mais antiga do mundo, em uma lista que mais parece o cardápio de restaurante. Na própria notícia, muitas dessas mulheres comentam que vão acionar a Justiça contra a cafetina.

Mas... Convenhamos... Será que elas são tão santas assim?

Não estou falando desse tipo de programa, embora eu pessoalmente acredite que dessa lista aí provavelmente no mínimo umas duas deve sim abrir as pernas por uma boa oferta (certamente uma oferta muito maior que essas da lista). Mas me refiro a outras aparições e trabalhos, como aparecer em uma festa de aniversário, lançamento de boate ou cerimônia de casamento, algo que essas celebridades estão sempre fazendo. E cobrando caro pra isso. Dá uma olhada nesse site, onde você pode ver como tem atores, atrizes, modelos, ex-BBBs e outras personalidades que cobram dezenas (e mesmo centenas) de milhares de reais para aparecer no seu evento.
 
Pegando essa lista mesmo, dá pra ver que a Juliana Salimeni cobrava na época 9 mil reais pra aparecer em um evento qualquer... E na lista da cafetina ela saía por 10 mil. Mostrando que não está tão diferente assim da realidade...

Te pergunto: você pagaria 10 mil pratas por uma noite com a Juliana Salimeni? Seja para uma noite mais comportada, como ter a companhia da loira naquela festa pra impressionar seus amigos, ou seja para uma ação selvagem entre quatro paredes. Você pagaria tudo isso? Eu não, hoje ela está toda marombada, a barriga cheia daquelas ondinhas a ponto de dar inveja no Schwarzenegger. Por mais que ela tenha ainda um par de razões extremamente agradáveis para ser interessante e um traseiro sensacional, acho que o visual demasiadamente musculoso fica meio broxante em uma mulher... 
 
Embora eu confesse que em outros tempos até eu pagaria... Ela era muito gatinha alguns anos atrás, me lembro ainda de um ensaio que ela fez para um site de Internet em que estava uma maravilha, toda totosinha, muito mais simples, natural e feminina do que hoje...


Na boa, supondo que a lista fosse real e de fato uma pessoa pudesse pagar ali o valor do cardápio e ter a mulher anunciada de fato, e se eu fosse um pervertido louco a ponto de pagar por um programa com uma delas ali, eu escolheria a tal da Lorena Bueri, que foi vencedora daquele concurso de Gata do Paulistão, e que tem dois argumentos de peso em seu favor. Sem falar que pelo preço proposto pela cafetina, daria pra quatro sessões com ela pelo mesmo preço da Juliana Salimeni...


Mas agora falando sério, eu comecei a pensar nessa coisa de um sujeito ir num site desses de acompanhante, procurar lá uma garota de programa que atenda aos seus desejos, e pagar uma grana para um "rala e rola". Que tipo de gente faz isso? Digo, que tipo de homem se sente assim na boa de arrumar uma puta pra mandar ver?

O mais engraçado de tudo isso é que não duvido que muitos desses sejam homens relativamente com uma vida razoável (afinal de contas, queimar duas mil pratas em algumas poucas horas de sexo não é pra quem está na merda), que teoricamente poderiam arrumar uma mulher mais normal em um bar ou boate, por exemplo, e ter algo muito mais legal e completo do que simplesmente uma trepada.

Uma mulher provavelmente mais "limpa" também: com o perdão do comentário mais baixo que uma Gilette deitada, mas sair com uma mulher dessas é como vestir uma cueca usada por toda a torcida do Flamengo, um sério risco de sair dali com algo a mais indesejado.

Pior é que não duvido também que muitos desses consumidores desse "mercado" peculiar sejam homens que já são casados, ou têm noiva ou namorada. É o cara que está cansado da mesmice na cama com a sua mulher, é o malandro que durante uma viagem fica interessado em "comer a comida local", essas coisas. Algo que acho inadmissível, uma cachorrada grande, não importa qual razão esses caras venham me dar. Uma atitude que eu jamais teria, se tivesse uma mulher em minha vida. Aliás, mesmo sem ter ninguém hoje não teria coragem de pagar uma prostituta só para ter um pouco de prazer.

Sei que muitos que passam por aqui podem estar me chamando de hipócrita, principalmente vendo postagens que faço aqui. Mas aprendam a entender a brincadeira, aprendam a separar meu alter-ego daqui com minha personalidade de fato. Nunca neguei o fato de ser um admirador da beleza do corpo feminino, nunca neguei o fato de que um decote bem recheado com um par de seios é uma de minhas fraquezas, mas não sou um sacana a ponto de sair por aí na noite pegando mulher só por pegar, e tampouco de pagar uma mulher da vida pra levar pra cama. Mesmo que tivesse a chance de fazer isso com uma celebridade.

Mas nem todos pensam assim. Traem sem cerimônia suas esposas e namoradas com vagabundas que vendem seus corpos. Seja em um universo anônimo ou no mundo das personalidades famosas, afinal de contas quantos casos já vimos de relações extra-conjugais entre atores e atrizes, cantores e cantoras, principalmente quando estes fazem algum trabalho juntos (lembram do par de chifres que a Bella colocou no Vampicha?).

De qualquer forma, essa cafetina certamente vai se fuder bonito (com trocadilho, por favor) depois dessa tática. Embora os caras que tenham caído nesse truque ardiloso, achando que poderia trepar com a Juliana Salimeni por dez barão, também tem mais é que se dar mal.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Questão Cabeluda

Cara... Eu não sei se deveria estar fazendo uma postagem sobre esse assunto, sinto cheiro de grande polêmica mais adiante, principalmente vindo de senhoras defensoras dos bons costumes e extremamente conservadoras, quando faço um post que seja focado em algo relacionado às mulheres, ainda mais quando começo a percorrer um caminho de +18. Mas vamos em frente, acho que no fundo gosto de correr o risco de ser criticado e xingado aqui, para que possa dar minhas respostas violentas como o chute do Chuck Norris.

A polêmica dessa vez foi causada pela edição de aniversário da revista Playboy, lançada nesse mês e trazendo a atriz da Globo Nanda Costa como capa. Como de costume, o ensaio de aniversário costuma trazer uma personalidade que está em evidência na atualidade, no caso uma atriz que fez grande sucesso na última novela das oito, que agora é a novela das nove...


Pois muito bem... Depois de lançada a revista, aparentemente choveu uma horda de críticas dos "leitores" da revista, embora na prática sabemos muito bem que a imensa maioria deles acaba vendo as fotos na Internet. E esses leitores não estavam criticando a atriz em si, ou as fotos do ensaio ou mesmo a localidade onde as fotos foram tiradas (lá em Cuba, na terra do Fidel). A reclamação em sua maioria era por causa de...

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Agora é que eu me estrepo, agora é que vão vir um monte de críticas ao meu blog...

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Bom... A reclamação era por conta do... por conta dos... por causa da...

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Tá difícil... Digamos então, tentando ser o mais polido possível, que as reclamações eram por conta do "penteado" da atriz. Não exatamente o penteado de seus cabelos... Mas sim de uma área um pouco mais ao sul, abaixo da linha do Equador...


É, eu sei... Já passei por essa situação nessa postagem, quando falei das pessoas que tingem os cabelos de cores bizarras, ao me referir a como a panicat Thais Bianca optou por... vamos dizer, "tingir o carpete" de rosa, da mesma cor de seus cabelos. No caso aqui agora da Nanda Costa, digamos que o carpete é natural.

Eu não cheguei a ver os comentários desses sujeitos, criticando a opção da atriz em não fazer o desmatamento da região ao redor da Caverna do Dragão, mas aparentemente ela ficou um pouco sentida e/ou revoltada com isso, o que rendeu a uma resposta em sua conta de Twitter, como pode ser visto nessa página, por onde me dei conta dessa notícia.

Confesso que eu estava em um momento de minha vida agora onde não estava vendo tanta foto de mulher pelada. Acho que a idade vai chegando, e o meu interesse em arrumar uma namorada pra valer está cada vez mais forte do que alguns minutos de prazer ao ver alguns JPEGs com mulheres inteiramente sem roupa. Claro, não deixo de admirar a beleza do corpo feminino, e de vez em quando até vejo uma ou outra foto, mas certamente não com o objetivo de incentivar uma vigorosa "luta de cinco contra um" como a maioria dos marmanjos faz, ao baixar putaria da Internet. Mas toda essa falação a respeito das fotos da atriz nessa revista me deixou curioso, e procurei no Google um site que tivesse as fotos para dar uma olhada.


Algo que os meladores de cueca que vêm por aqui vão ter que fazer. Aqui pode ainda reinar a política do peito aberto, mas esse é o limite. A dita cuja, foco dessa postagem, não vai mostrar a sua cara aqui.

Vi as fotos, e embora não tenha gostado muito de algumas onde ela aparece junto com alguns cubanos (tanto cubanos de gente mesmo como charutos, algo que acho um grande turn-off), até que elas ficaram razoáveis, bem interessantes. Claro que elas estão bem normais, nada de closes ginecológicos e mãos assanhadas: comprando Playboy você vai provavelmente ver fotos com uma veia  mais artística; se quer algo mais sacana, aí vai comprar a Sexy.


Agora, o que eu não entendo é toda essa revolta pelo fato da garota ter deixado sua região secreta de forma mais natural. 

Pra começo de conversa, cada um é cada um, e se ela quer deixar a periquita dela ao natural, que direito as pessoas têm de contestar isso? Tem tanta gente que faz atrocidades com seus cabelos (sim, agora me referindo aos cabelos da cabeça mesmo), penteados ridículos e absurdos, tão cretinos a ponto de deixar os carecas certamente putos diante de tamanho desprezo pelos cabelos que lhes faz falta... E ninguém fala nada, é visto como perfeitamente natural, fala-se que a pessoa tem o direito de ter o penteado que quiser.

Essa merda ninguém reclama!

Por que então a mesma abordagem não vale para a atriz?

Acho engraçado como o pessoal exagera diante da opção de penteado pubiano da capa da revista. É como se o pessoal tivesse ficado puto de não ter tido uma visão tão clara da área nobre da garota. Pombas, afinal de contas ela não estava lá como a Claudia Ohana, que há alguns anos apareceu pelada na Playboy, exibindo uma verdadeira floresta. Claro que eram outros tempos, onde realmente o visual capilar beirava o ridículo...


Correndo o risco de levar uma tijolada nos cornos, vou até dar a minha humilde opinião: eu particularmente não sou muito fã do visual "máquina zero" cada vez comum nas mulheres de hoje. Eu acho extremamente artificial, pouco natural, com o perdão do comentário, dando uma impressão que a mulher parece mais uma menina. Também não sou oito ou oitenta, também não acho muito agradável de ver algo lá que mais parece o Chewbacca. Posso dizer que, um penteado discreto e sutil funciona bem.

Para o bom entendedor, meia palavra basta...

Claro que meu instinto desconfiado me leva também a suspeitar de uma outra possibilidade: de que isso não passa de uma jogada de marketing, promovida ou pela revista ou mesmo pela própria atriz. Com todo o respeito, o ensaio não foi ruim, mas também não foi nada espetacular, não foi algo de surpreender o público: a própria revista da panicat de cabelos rosa, na minha opinião, foi muito mais marcante graças a toda a questão já mencionada. A Nanda Costa também não é aquela personalidade de grande destaque do momento, sua nudez não foi tão anunciada ou divulgada, não foi como a Larissa Riquelme ainda nos holofotes depois da Copa, não foi como a Adriane Galisteu se promovendo como a mulher que o recém-falecido Ayrton Senna estava pegando (aliás, única razão pela qual essa puta ficou famosa). Sem muitos atrativos, ainda mais para uma edição de aniversário, bastaria lançar alguns comentários nas redes sociais para chamar a atenção.

Ou você acha que se ela fosse totalmente depilada teria essa repercussão toda?

Enfim... Acho que chega de falar disso, esse assunto está ficando muito cansativo e já está começando a encher o saco de todo mundo. Sacos depilados e cabeludos, sem exceção...

domingo, 11 de agosto de 2013

O Caso do Amarildo

Já tem vários dias, que tem um bordão que está na boca do povo, que não para de ser repetido por várias pessoas. Diria que já chegou a um ponto que mais que "Fora Cabral!", "Vem pra rua!" ou "Vai tomar no cú Flamengo!". Cada vez mais o que se escuta aqui nas ruas, nos jornais e nas redes sociais é o incessante "Onde está o Amarildo?".


Tem já várias semanas que o morador da Rocinha está desaparecido, após ter sido levado para uma delegacia da favela onde morava (sim, favela, comunidade é o caralho), e depois de dar um depoimento ele desapareceu, supostamente seu sumiço sendo obra de policiais corruptos. Desde então, a sociedade perguntando onde ele está, não somente os moradores da Rocinha mas também toda essa turma que estava fazendo protestos pelas ruas.

Mais uma vez, venho aqui para falar de um assunto relativamente polêmico, como quando eu comentei as manifestações e a espionagem dos EUA. Da mesma forma, vou dar a minha opinião, que é minha e de mais ninguém, algo que eu penso sem me deixar levar pela maioria, ou me deixando influenciar por ideologia ultrapassada como os petelhos gostam.

Minha opinião aqui é muito simples: estão fazendo muito barulho por nada. Acho que essa manifestação pelo paradeiro do Amarildo tomou proporções muito maiores do que deveria. 

E que venham os xingamentos contra a minha pessoa!

Eu não estou dizendo que tal situação deva ser ignorada. Sem dúvida a família e os amigos devem estar passando por um momento de grande angústia e sofrimento, e tudo deve ser feito para que o Amarildo seja localizado com vida, embora analisando friamente as chances disso acontecer vão ficando cada vez menores a medida que o tempo passa. Acontece que nunca um desaparecimento de uma pessoa gerou tanta repercussão, jamais vi a sociedade e a mídia em geral tão preocupadas em saber onde ele está, é uma movimentação imensa de vários grupos insistindo com esse caso, que é lembrado diariamente.


O que quero dizer é o seguinte: tem tantas pessoas desaparecidas, imagino que esse número deve ser da ordem de centenas. Crianças, idosos, pessoas com doenças ou deficiências, enfim muita gente que também está desaparecida há meses, mesmo há anos. E por que só querem saber onde está o Amarildo?

Pois bem... Como diria o velho deitado da montanha... Para um bom entendedor, meia palavra basta...

Não é segredo pra ninguém que um dos principais alvos dos protestos aqui no Rio tem sido o governador Serginho Cabral. Pra você ver que o puto tá tão por baixo que até tiveram protestos em São Paulo pedindo a cabeça dele. O que aliás me leva a pensar se há mesmo uma postura apartidária nesse movimento aqui no Rio, considerando que ele é o único criticado por aqui, o prefeito Dudu Paes e a gerentona Dilma costumam ser poupados, mesmo sendo tão ou mais corruptos do que Cabral. Ainda mais lembrando de todo o atrito entre o governador e o partido vermelho, depois da divergência de quem seria o candidato do governo, o vice Pezão ou o babaquinha do Lindbergh, ambos verdadeiros filhos das putas de tão corruptos. 

Com isso, como a Polícia Militar do Rio de Janeiro é de responsabilidade do governo do estado, não seria surpresa que o sumiço do Amarildo se tornasse mais uma bandeira da luta contra Cabral, juntamente com os desvios de verba e viagens de helicóptero.


Não me entendam mal, acho o Serginho Cabral é um verdadeiro gângster, tinha que ser jogado numa cela de prisão, e todo e qualquer movimento que possa ajudar a tirá-lo do governo vale a pena. Mas, como mencionei acima, uma luta com fins políticos, com o objetivo de colocar um petralhotário no poder, aí não rola. Entre Lindbergh e Pezão, prefiro mudar de estado, ou de país.

Soma-se a isso o fato de que a polícia é uma instituição completamente mal vista pela sociedade. Como comentei na mesma postagem dos protestos, o povo em geral vê a polícia como inimiga, muito disso influenciado pela mídia manipuladora. Muito antes do Amarildo sumir, a polícia sempre é criticada, principalmente depois de uma ação em um morro. Favelados usam de poderes C.S.I. para, vinte minutos depois de um morador da "cumunidadi" levar um tiro e morrer, identificar que sem sombra de dúvida a bala partiu da arma de um policial. Nunca é um tiro do bandido, sempre da polícia. 


Digo novamente, antes que apareça aqui algum babaca para colocar palavras na minha boca. Não estou negando o fato de que exista corrupção na polícia. Existem sim policiais marginais, tão ruins ou mesmo pior que bandidos e traficantes, que pensam em si próprios e não defendem a sociedade. Mas ser generalista como a maioria de nossa sociedade é, isso não tá certo. Tem muito policial aí que faz um trabalho honesto, mesmo não ganhando o suficiente, tem muito policial aí que é de bem. 

Como eu costumo dizer, os entendidos, petelhos, comunistas, defensores dos Direitos Humanos e outros paspalhos não toleram que alguém venha dizer que na favela só tem bandido; mas ao mesmo tempo esses mesmos cretinos mantém o mesmo discurso de que todo policial é corrupto. Interessante, né? Morre um favelado, e tem passeata, tem protesto, a mídia se comove; morre polícia, e ninguém fala nada.

E tem mais: as pessoas precisam entender que nesse dualismo bandidagem e polícia, a sociedade tem que estar do lado da segunda. O bandido é um inimigo da sociedade, deve ser combatido, deve ser enfrentado. A partir do momento em que o povo começa a se voltar contra a polícia, começa a vê-la como inimiga, aí que os vagabundos dos bandidos vão dominar essa pôrra toda. 

Voltando ao caso do Amarildo em particular, eu sinceramente quero adotar uma postura precavida, não caindo nessa onda de comoção que a maioria está. Na boa... Pra mim esse Amarildo devia ter algum tipo de culpa no cartório, pode me chamar de preconceituoso ou o que for, mas só de olhar pra cara dele dá pra suspeitar que ele não é tão santo assim. Tanto que existem suspeitas de que ele guardava drogas do tráfico da Rocinha em sua casa, como diz nessa reportagem. Tudo ainda está muito obscuro, muito nebuloso. Não descarto que ele pode ter sido morto por policiais corruptos, mas quem me garante que ele não era mesmo cúmplice do tráfico? Quem sabe os traficantes viram ele sendo levado lá para dar o depoimento na UPP, e imaginando que ele pudesse ter dado com a língua nos dentes, mandaram apagar o sujeito? 
 
Tudo é possível... Agora, assumir uma postura superficial como muitos estão fazendo, já tomando por definição que o Amarildo é bonzinho e a polícia é criminosa, é coisa de babaquinha que quer ser como a maioria da sociedade, que é demagogo e acha que favelado sempre é do bem e que a polícia toda é cheia de bandido.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

As japinhas da Manchete

Bom, vamos para mais um post de listas aqui no site. Fazer listas é algo bem legal, pois não preciso fazer um texto com início, meio e fim, é só escolher um assunto, e depois escolher 5 ou 10 itens de destaque e colocá-los aqui, em ordem ou não. Ou então algum número qualquer, às vezes fico sem vontade de deixar um ou dois de fora. E sempre é assunto para discussões, sempre vai aparecer alguém criticando as minhas escolhas...

E dessa vez, para variar um pouco, o tema principal da lista é sobre...


É, pra variar mesmo... Às vezes acho que tenho problemas...

Enfim, mas prometo que essa lista não vai ser apelativa, muito pelo contrário, será bem legal pois vai nos levar lá para uns 20 anos atrás, numa época em que tínhamos na Rede Manchete uma grande legião de super-heróis japoneses. Eu, assim como muitos outros que viveram suas infâncias e adolescências nos anos 80 e 90 (a época com as melhores produções culturais da história), adorava assistir aos nossos amigos de olhos puxados, lutando contra criaturas do mal e monstrengos gigantescos em suas naves-robô transformers.

Bons tempos... Se você é mais novo e não sabe quem eram Jaspion, Changeman e Jiraya, e os únicos heróis coloridos que conhecem são os estúpidos Power Rangers, está na hora de aprender um pouco sobre as nostálgicas séries japonesas. Vá no YouTube e veja alguns episódios, e me diga o que acha...

Enfim... Como um bom garoto vivendo nos anos 90, porradaria sempre foi algo que gostei, e por isso me tornei fã dos seriados japoneses. Mas também havia algo agradável de se ver, e eram as heroínas (e até algumas vilãs) desses programas. Numa idade e numa época na qual meninos e meninas na escola ficavam um com nojo do outro, nada como me deixar ser encantado por umas belas meninas de olhinhos puxados. Difícil não ficar apaixonado, por aquelas japonesinhas lindas e meigas, ainda mais sabendo que elas sabiam lutar como ninjas e detonar monstros espaciais. Era o sonho de qualquer menino!

Pensando nisso, vamos para a nossa sessão nostalgia, listando aqui as personagens mais lindas e encantadoras dos seriados japoneses que eu assistia. Não gosto de classificar, poderia cometer alguma injustiça, então vamos seguindo uma certa ordem cronológica com as heroínas japonesas...

Anri (Jaspion)
Kiyomi Tsukada


Já começamos bem, com a simpática andróide companheira de Jaspion. Sempre a achei muito bonitinha e simpática, embora o papel nesse seriado a fazia posar como uma boba na maioria das vezes, como nas horas que ela dava um tilt e ficava com a cara torta. Mas não podemos deixar de notar a sua beleza, ainda mais com aquela roupinha vermelha.


De bônus, uma foto da atriz Kyiomi Tsukada, usando um biquini. Claro, preciso lembrar para a juventude que lá nos anos 80 os biquinis eram um pouco mais comportados do que hoje, e as japonesas não eram tão curvilíneas como atualmente. Mas mesmo assim, muito bonita mesmo...


Ah, e não adianta me pedir para colocar uma foto da famosa cena em que a Anri aparece pelada! Vai fuçar um pouco no Goggle, seu pervertido!

Sayaka, a Change Mermaid (Changeman)
Hiroko Nishimoto


Changeman sempre foi um dos meus favoritos. Foi o primeiro seriado japonês com o manjado time de 5 heróis a passar por aqui, sempre liderados pelo vermelho. E nele fomos apresentados à meiga Sayaka, a Change Mermaid. Sempre simpática e sorridente, sem dúvida se destacava por andar sempre de saia curtinha, exibindo um belo par de pernas... E tinham até aqueles momentos nos quais ela dava cambalhotas e chutes, mostrando um pouco sua calcinha (embora calçona fosse o termo mais adequado).


Como a Anri, ela chegou a posar para algumas fotos de biquini antes de atuar em Changeman. Sinceramente, é bonitinha sim, mas prefiro mais a amiga do Jaspion.



Sara, a Yellow Flash (Flashman)Yoko Nakamura


Flashman foi a sequência direta de Changeman, e tinha uma história bem interessante, com os bebês que eram levados para fora da Terra, e que voltam 20 anos depois. Seguindo a mesma premissa de 3 garotos e 2 garotas, o destaque ficava para a super doce Sara. Muito, mas muito gracinha, toda meiga e sorridente, quando aparecia surgiam arco-íris ao seu redor de tão fofa que era essa gatinha.


Sem falar que seu figurino era demais! Como a Sayaka, Sara deixava suas lindas pernas de fora. Diria que ela é uma das minhas heroínas japonesas favoritas.

Mai Aoki (Metalder)
Hiroko Aota


Não estava entre os meus seriados japoneses favoritos, mas tinha até uma história interessante e original, onde o personagem principal era um andróide criado na Segunda Guerra para defender o Japão, mas que só viria a ser usado depois para enfrentar uma ameaça alienígena. Um dos poucos que não passava na Manchete, acho que foi uma tentativa da Bandeirantes de enfrentar a emissora do M voador...


A verdade é que só me lembrei desse seriado em função da amiga do protagonista, a fotógrafa Mai. Simplesmente uma princesinha, muito linda e simpática! Não iria deixar ela de fora da lista, embora não me lembre de ter assistido sequer um episódio de Metalder, ainda mais depois dessa fotinho show de bola... Muito fofinha!



Kei Yamashi, a Himenin Emiha (Jiraya)Megumi Sekiguti


Jiraya era um seriado muito louco! Ninjas modernos, dirigindo carros, os inimigos mais toscos e de quebra um cavaleiro britânico perdido no meio da série! Sim, esse é tão absurdo que vai até entrar de penetra na postagem das meninas, lembra do Barão Owl?

Enfim, mas em Jiraya haviam também umas atrizes bem gatinhas, e o exemplo de maior destaque era a sua irmã Kei. Também tinha uma armadura igual a do Jiraya e o ajudava nas lutas, mas por baixo do capacete estava uma gatinha super meiga e delicada.


E, sejamos sinceros... Esse sorrisinho meigo e delicado é irresistível, não acha?


Reia Yagyu, a Kinin Reiha (Jiraya)
Tomoko Taya


Bem, podia ser que Jiraya era mais absurdo que um rinoceronte usando fraldas, mas temos que admitir que em termos de presença feminina estava bem servido. Kinin Reiha era uma das aliadas do ninja, embora não estava sempre lutando ao lado dele, era como uma coadjuvante de luxo. Bem bonita e jeitosa a menina, embora em todo o seriado ela escondia seu simpático rostinho por trás de sua máscara.


Bom, aqui vai ela um pouco mais desinibida, a atriz Tomoko foi outra que aderiu às fotos de biquini...



Tomoko Uesugi (Cybercps)Mika Chiba


Chegamos a última da lista, na ordem cronológica pelo menos, pois a super maravilhosa Oficial Tomoko de Cybercops é disparada a número 1. Não é à toa que ela é tida por muitos como a mais bela atriz de séries de heróis japoneses... Começou na série ainda com 16 anos!


Ela faz todo aquele estilo de menina pequena e frágil, porém a baixinha era enfezada e sabia lutar contra os inimigos, mesmo não tendo uma armadura como seus colegas. E tudo isso sem perder o charme e a delicadeza. E a atriz, a linda Mika Chiba, ainda era a cantora de uma das músicas-tema da série.

Bom, chegamos ao fim da lista de heroínas... Mas fazendo as contas, consegui juntar 7 garotas que atuaram nas séries que eu assistia (tudo bem, fora a gracinha que atua em Metalder, mas pelo menos era da mesma época). Para não ficar um número assim quebrado, vamos voltar na ordem inversa, mas agora passando por algumas das vilãs da série. Sim, não eram apenas as heroínas que me agradavam aos olhos...

Nefer (Flashman)
Sayoko Hagiwara


Era uma das principais inimigas dos Flashman. Ao contrário de muitos vilões, que não passavam de imitações baratas dos Trapalhões e que sempre bolavam os planos mais cretinos, Nefer era bem mais estratégica e ardilosa. Poderia dizer que ela era quase como a Baronesa, dos G.I.Joe...


Podia ser até uma vilã, mas tinha um rostinho lindo... E soma-se a isso vestir uma roupa de oncinha bem justa... Fantástico! Tanto que ela depois veio a atuar em uma série depois, dessa vez como heroína. E ela foi uma das que protagonizou os ensaios mais picantes (embora ainda bem comportados).


Sayoko também é considerada uma das atrizes mais bonitas desse tipo de seriado, juntamente com sua colega de Flashman, a Yoko Nakamura. Aliás, achei linda essa foto dos bastidores, onde as duas estão juntas!



Rainha Ahames (Changeman)
Fukumi Kuroda


Outra vilã clássica, a Rainha Ahames parecia rivalizar com Sayaka para ver quem tinha a saia mais curtinha de Changeman. Também era uma vilã bem malvada e estratégica, como Nefer, a ponto de competir com o babaquara do Giluke pelo comando dos bandidos. Ahames fazia aquele papel de vilã egoísta, a ponto de fazer de tudo para derrubá-lo.


Depois que ela se fortalece, ganha um visual bem mais sexy, com uma roupa toda prateada e a já citada saia curtinha...

Purima (Jaspion)
Misa Nirei


Lembra dela? A feiticeira que usava uma bola de cristal nas mãos e um chapéu em formato de bola na cabeça, sempre acompanhada de sua amiga, aquela que se vestia de diabinha e tinha uma zarabatana. Purima atuou em boa parte da série, como uma das guarda-costas do vilão MacGaren.


Podia ser até uma vilã relativamente coadjuvante, Purima não tinha o mesmo status de Nefer e Ahames, e mesmo em Jaspion ficava em segundo plano devido às bruxas (lembra daquela doida que cantava Berebekan Katabanda?). Mas tinha um rostinho tão meigo! Arrisco dizer que ela é uma das mais bonitas de todas as atrizes, só perdendo para o trio Tomoko, Sara e Sayaka. Muito lindinha!

Bônus: Kimberly, a Pink Ranger (Power Rangers)
Amy Jo Johnson


Peraí! Como assim? Você pode estar se perguntando, por que diabos estou citando aqui uma atriz americana, em uma postagem direcionada para as heroínas japonesas dos seriados da Manchete! Essa ainda por cima só apareceu na Globo, e nem nome japonês ela tem...


Mas diria que ela vale o registro, já que de certa forma tem algo a ver com o tema. Uma das protagonistas da cretina e insuportável adaptação americana de um seriado japonês, a simpática Amy era a única coisa de bom na série, e por isso merece pelo menos aparecer aqui na lista como convidada especial.

Como saideira, mais uma tosqueira do Jiraya... Puta merda, esse seriado era bizonho, olha só o quarteto abaixo, é de dar inveja ao Didi, Dedé, Mussum e Zacarias...


Desculpa o termo, mas... Caralho! Além do cavaleiro medieval, tem um projeto de ninja vestido com um lençol de hospital, um motoqueiro representando as sérias restrições orçamentárias e um maluco do Klu-Klux-Klan! Pior que isso, não dá!