terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Huck, o Otário (2)

Na boa... Nosso grande palerma das tardes de sábado acabou de fazer o seu hat-trick aos quarenta e cinco do segundo tempo em 2014... Claro que estou falando do narebento sem-vergonha e asqueroso do Luciano Huck.


Impressionante como esse carinha consegue cada vez mais me surpreender no que diz respeito à estupidez, falta de bom senso e canalhice. Não bastou ter comparado a hilária derrota da seleção brasileira para a Alemanha na Copa com o atentado do 11 de setembro, demonstrando uma total falta de tato ao colocar uma mera derrota de uma seleção de futebol com um atentado que marcou a História recente; não foi suficiente ter tido a pachorra de perguntar para a Sandy quantas mamadas ela estava dando por dia, aquela que muitos, incluindo este texugo aqui, sempre viam como a doce e pura namoradinha que todo mundo gostaria de ter. Não bastava ter bostejado tanto nos últimos meses, ele conseguiu recentemente chegar a um nível tão baixo como uma Gilette deitada. 

A situação ocorreu em um programa neste mês de dezembro, pena que eu não vi ao vivo mas logo fiquei sabendo da notícia. Neste programa, ele veio a receber Laís Souza, que provavelmente você conhece: ela foi ginasta da seleção brasileira por quase dez anos, até que então decidiu mudar de ares e começou a praticar esqui, naquelas provas de saltos. E durante um treinamento no início desse ano, ela veio a sofrer um grave acidente, lesionando uma vértebra da coluna cervical, deixando-a tetraplégica, incapaz de fazer movimentos do pescoço para baixo.


Eu admito que quando soube da notícia, fiquei sim triste. Eu pessoalmente sempre apoiei muitos esportistas nacionais de esportes que não são o futebol, pois eles precisam lutar contra uma série de dificuldades para conseguir competir de igual para igual com atletas de outros países, que têm acesso a estruturas muito melhores e mais organizadas. Como acontece com a ginástica artística, onde Laís começou. Tudo bem que eu só vim a descobrir que ela estava agora esquiando após ver a notícia do acidente, mas sempre a via como uma das mais focadas e esforçadas da seleção que competia nas Olimpíadas, não tendo talvez a mesma badalação do que a Danielle Hypólito e seu irmão, do que a Dayane com sua sambadinha ou a Jade com seus choros, mas competindo sempre com seriedade.

Bom, falando na Jade Barbosa... Tenho também que aproveitar essa rara oportunidade em que falo de ginástica artística para destacar como que ela está se tornando cada vez mais uma über gata!


Momento porco chauvinista da postagem: como o Seinfeld já disse, imagina só as possibilidades com toda a flexibilidade de uma ginasta!

...

Tá bom, eu não presto. Mas aposto que muito gente já pensou ou pensa até pior. Sério, acho a Jade muito bonitinha sim, muito simpática, e confesso que aquela pose meio de chorona até que fica engraçadinha nela... Mas voltemos ao foco.

Enfim, Laís agora passa por uma árdua batalha para tentar recuperar alguns de seus movimentos. E é de certa forma inspirador e animador como que ela até parece estar mostrando alguns sutis sinais de melhora, com uma série de tratamentos de fisioterapia e até mesmo uma terapia inovadora com células-tronco. Espero realmente que ela consiga melhorar sim, percebo que ela é uma pessoa muito simpática, muito dedicada, e seria muito bom que ela fosse recompensada de alguma forma por todo o seu esforço para melhorar. 

São coisas que me fazem pensar... Tem tanta gente ruim nesse mundo, tanta gente que vive de causar mal aos outros, de levar vantagem e se aproveitar, que estão aí numa boa; e pessoas de bem como a Laís Souza acabam encontrando pedras pelo caminho como esse acidente. Mas assim é a vida...

E antes de voltar ao assunto mesmo da postagem, ainda vou fazer algo que normalmente não costumo fazer, que é divulgar uma página que foi criada para apoiá-la nessa empreitada, ajudando ela a ter um mínimo de estrutura para que possa viver uma vida normal dentro da atual conjuntura. Clique aqui para dar uma olhada.

Bom, mas voltando ao tema do post de hoje, Laís esteve no programa no Luciano Huck, onde ele certamente fez aqueles comentários melosos, aquelas baboseiras para que ele faça a audiência chorar e achar ele o máximo, o defensor dos frascos e comprimidos, um cara legal que estava ali apoiando uma atleta que teve esse triste acidente. E chega então um momento em que Laís fala que ela fez uma tatuagem na perna, com os anéis olímpicos e as sedes onde ela competiu.

E o que o panariço do Luciano Huck vai lá e fala?


"Doeu? Essa é a vantagem!"


Cara... Eu estou sem palavras... Se você não acredita que ele proferiu tamanha asneira, veja o vídeo e depois perca a fé na humanidade...


Meu amigo... Como que esse animal faz uma pergunta assim? Cara, tenha um pouco de tato, seu imbecil! Me chega e pergunta para uma moça TETRAPLÉGICA se ela SENTIU DOR ao fazer uma tatuagem?! Cara, não pode, não tem como ser tão burro assim... Não tem um pingo de respeito, de decência, pra não fazer zoação com um problema grave. Na boa, pode até ser meio desumano de minha parte, mas digo de novo, me revolta como um desumano como ele fica aí numa boa, podendo andar, e uma pessoa como a Laís fica presa numa cadeira de rodas...

Sério, eu fico me perguntando se ele é tão inconsequente e idiota a ponto de não pensar antes de abrir a boca e falar uma merda dessas. Parece uma criança que fala qualquer bobagem que passa na cabeça sem se dar conta das consequências. Ou então ele faz isso mesmo de zoação, talvez até mesmo pensando na repercussão que vem depois de um comentário como esses, onde todo mundo vai começar a chiar. Na linha do "falem mal, mas falem de mim", a qual eu possa estar até mesmo colaborando... Ele deve ser do tipo que perguntaria pro Stevie Wonder se ele já viu um arco-íris, só pode.

Enfim... O ano está acabando, mas ele ainda tem algumas horas para falar mais uma idiotice. Se não, nos vemos em 2015, para mais piadas, mais zoações e mais gafes do Luciano Huck.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Gente escrota

Ano acabando, Natal se aproximando e toda aquela época de fraternidade, de consumismo desenfreado, de jantar na casa dos parentes que só vemos nas épocas festivas e do eterno especial do Roberto Carlos na Rede Globo. Mas apesar de todo esse clima festivo, hoje vim aqui para falar a respeito de como as pessoas estão sendo cada vez mais escrotas, mais estúpidas e sem noção, mostrando como nossa sociedade está caminhando pra merda a passos largos. E venho exemplificar isso com observações que pude fazer durante uma viagem que fiz a serviço recentemente. Mostra como o ser humano está cada vez mais se tornando babaca e insuportável, o que me faz ter vontade de fazer minhas trouxas e morar numa ilha deserta, longe da civilização...

Foram três episódios ocorridos durante a viagem, que faço questão de narrar aqui, como demonstração de como as pessoas são escrotas. É realmente de dar nojo como que as pessoas estão ficando insuportáveis.


A primeira situação foi quando fui lanchar de noite, após um dia de trabalho longo. É curioso como que durante uma viagem, temos a mania de relaxar um pouco na alimentação, normalmente deixamos de jantar da maneira que deveríamos e chutamos o balde, pelo menos comigo é assim. Especialmente quando se trata do café da manhã: normalmente aqui em casa tomo um leite, como uma salada de frutas e algumas torradas e só, mas quando estou num hotel não resisto ao monte de pães, bolos e outras guloseimas que servem.

Mas estou fugindo do assunto... Decidi então ir em um Burger King que havia próximo, na minha opinião o que se tem de melhor em termos de fast-food hoje em dia. Pra mim, McDonald's não tem graça nenhuma e Bob's só se for pra pegar um milkshake de Ovomaltine. Fui lá, estava na fila e tinha só um sujeito ali na minha frente. Pelo sotaque, dava pra perceber que era um paulista, daqueles que faz questão de forçar os "erres" pra mostrar pra todo mundo que é paulista. Tipo aquele escroto do Neto, quando faz os comentários no Jornal da Band.


Enfim, o cabeçudo tava lá querendo comprar uma casquinha, perguntando então qual era o preço. O atendente falou lá o valor e o panariço torceu então o nariz, reclamando que tava muito caro. Não me lembro dos números, mas o cara argumentou algo na linha "Pô meu, dois e cinquenta? A casquinha era dois reais!". Só de ver o babaca reclamar por conta de meio real, já podia imaginar que ia me aborrecer, pois estava com pressa e o cretino ali ficava segurando a fila. O caixa disse que o preço era esse, e o carinha continuou reclamando, pois provavelmente cinquenta centavos ia fazer falta no orçamento... 

Finalmente o sujeito se convenceu a pagar uma pequena fortuna por uma casquinha e foi ao lado do balcão para esperar por sua preciosa sobremesa. Acontece que o caixa estava aparentemente sozinho naquele momento, largando ali a registradora e me deixando esperando, enquanto ia preparar a casquinha para o panaca. Casquinha mista, e quando o funcionário do Burger King começou a despejar o sorvete, lá vem o boçal reclamando "ah, mas esse sorvete aí tá muito mole... Acho que vou querer mudar.". Ergui os olhos para cima, reclamando como sempre tem um cara chato pra importunar minha vida. O carinha do Burger King tinha quase acabado de terminar a casquinha e me vem o cretino e pede para ele parar. Tudo bem, como dizem o cliente tem sempre a razão, mas tem horas que é sem noção, ele espera o cara terminar de montar a casquinha toda pra pedir pra trocar?

Foi lá o moleque da lanchonete trocar a casquinha, fazendo uma só de chocolate. E o cara ainda fazendo comentários, do tipo "Pô, essa casquinha vinha com mais sorvete...". Sério, vai tomar dentro! Tá tão insatisfeito assim, vai comprar um sorvete no McDonald's, caralho! Finalmente a sobremesa foi entregue para o sujeito insuportável, juntamente com um guardanapo. Mas mal deu tempo do funcionário da lanchonete voltar para me atender e vem o carinha pedindo "Ei, só um guardanapo é pouco, eu quero mais um."


Puta merda! Eu cheguei a olhar para o atendente, com aquela expressão de "tá difícil...", e lá foi ele dar mais um guardanapo pro cretino.

Esse foi o primeiro escroto que eu encontrei em minha viagem. A próxima veio a acontecer no aeroporto, enquanto eu esperava o vôo de volta pra casa e bateu uma fome. Foda que eu já tinha passado pelo detector de metais, logo teria que desembolsar uma boa grana para comer alguma coisa decente. Sério, nos aeroportos é curiosa a fronteira alimentar que é definida pela zona dos detectores de metal. Pegando o aeroporto de Congonhas, antes dela você tem lá uma grande variedade de lanchonetes, inclusive algumas bem populares como McDonald's e Pizza Hut, com a tabela de preços padrão que você vai encontrar em qualquer shopping. Agora, depois dos detectores, tem aquelas lanchonetes caras pra cacete, onde um pão-de-queijo muquirana sai por cinco pratas!

Enfim, já que ia ter que morrer numa grana, decidi ir numa lanchonete onde fazem algo que é simplesmente orgásmico, um chocolate gelado com um sorvete daqueles italianos bom pra caramba, que caía bem naquele calor que estava fazendo. Recomendo fortemente, depois de passar dos detectores de metal, vire à direta, passando por aquele lugar onde normalmente tem um carro em exposição com uma gostosa do lado, continue indo, passando por aquela lanchonete de esquina, vá andando e mais e depois lá no meio do corredor fica esse lugar. Vale a pena.


Estava lá aguardando então a minha bebida ficar pronta, e do meu lado tinha um sujeito, com aquela pinta de homem em crise de meia-idade: cabelo já meio grisalho e com o topo da cabeça já desmatado, vestindo aquelas roupas descoladas que deveriam estar sendo usadas pelo seu filho adolescente. O camarada estava pedindo um chocolate quente para ele enquanto a sua esposa, uma mulher com cara de cavalo, aguardava ali no meio do corredor, atrapalhando a passagem dos demais passageiros.

Eu não sei o que o idiota esperava, talvez ele tenha se confundido com o meu pedido , no que diz respeito ao seu tamanho. Bom, tendo colocar as coisas em perspectiva, o chocolate gelado era praticamente um milk-shake, uma batida de leite com sorvete que era servido em um copo daqueles grandões, devia ter quase meio litro de uma delícia engordante e gelada; em contrapartida, o chocolate quente era aquilo que se espera de um chocolate quente, leite com algum tipo de pó de chocolate que vinha ali num daqueles copinhos de plástico pequenos de café, a temperaturas escaldantes a ponto de queimar a sua língua.

Bom, quando chegou o pedido, o coroa começou então a falar alto, naquele tom de voz de deboche, dizendo coisas do tipo "Pô, só isso?!". Na boa, deu pra eu sentir o meu sangue ferver ao ouvir a postura do filho da puta. "Pequeninho isso daqui, não dá nem pro gasto!", continuava o cara. Por fim, ainda proferiu um deboche para a moça que atendia, que olhava sem poder falar nada "Caro pra cacete, e deve ser aqui só um Nescau essa droga!"


Por que todo esse ódio contra Nescau eu não sei... Tudo bem que eu prefiro o Toddy, mas Nescau até que é simpático.

Eu estava possesso... Como tem gente escrota. Cheguei a ponto de comentar com o outro atendente que me preparava o chocolate gelado sobre a falta de educação daquele sujeito. "Ele queira o quê, um balde de chocolate quente?" eu disse, fazendo questão de falar relativamente alto para que o paspalho escutasse. Eu sinceramente não gosto de criar confusão, mas também não aguento quando tem gente que é mal-educada e age dessa maneira debochada. Perguntasse antes o tamanho, se estivesse assim tão preocupado...

Enfim, o cara se mandou e me permitiu ter alguns poucos segundos em paz... Sim, porque logo ele voltou, para reclamar com a atendente, falando em tom de sarcasmo mais uma vez que "estava sem açúcar, e que era um absurdo chocolate quente vir sem açúcar."


Nessa hora me emputeci de vez e me meti. Reclamei mesmo, falei que se ele queria açúcar era só pegar um maldito pacotinho e despejar no copo. Pôrra, vai se fuder, e se a pessoa for diabética e não puder tomar açúcar, só adoçante? Ele me olhou com uma cara de assustado, não esperava essa reação com certeza. Falei mesmo, e ele então se retirou sem falar mais nada. Deve ter depois amaldiçoado até a minha quinta geração, mas realmente eu estourei de raiva por conta dessa postura besta. Pessoas que só sabem reclamar, que parece que estão sempre de mal com a vida. Precisa debochar e ridicularizar ali uma pessoa que está trabalhando só porque seu precioso chocolate quente veio sem açúcar? Vai lá e resolve seu problema, bota dois quilos de açúcar naquela merda se gosta tanto, mas não venha encher o saco dos outros...

E quando eu achei que não ia me aborrecer mais, o destino colocou mais um escroto na minha frente. Ou melhor, a dois assentos do meu lado, no meu vôo de volta. Nessa ocasião me arrumaram um lugar no corredor, o qual não gosto muito por vários motivos, como acabar sempre levando um esbarrão do carrinho de bebidas, ter que aturar as virilhas das pessoas enquanto colocam suas malas no bagageiro em cima de minha cabeça, além do meu medo de que o bagageiro possa estar tão cheio com aquelas malas acima do padrão e que elas venham a cair sobre minha cabeça caso ele abra durante uma violenta turbulência. Além logicamente de não suportar os cretinos que estão no meio e na janela que se levantam apressadinhos assim que o avião pousa, como eu já comentei aqui.


Pelo menos é menos pior do que viajar no meio...

Bom, e dessa vez estava do meu lado um casal. Tão logo anunciaram o encerramento do embarque, o cara, que estava na janela, quase meteu o braço na minha frente pra chamar a comissária que passava. Ele estava querendo saber se tinha lugar disponível lá na frente, para ele e a esposa. Bom, acontece que agora eles estão fazendo algo como uma "primeira classe" nos vôos regionais, com alguns assentos na frente que têm mais espaço para as pernas, para dar um pouco mais de conforto. Logicamente, isso não é de graça, o passageiro precisa ter pago uma taxa adicional para sentar num assento desses, até mesmo agora os bancos na saída de emergência estão com uma taxa para você sentar ali. Com isso, a comissária respondeu o que se esperava, dizendo que aqueles bancos ali eram para os passageiros que pagaram por eles, e que eles não poderiam sentar ali. E aí começou...

O cara ficou com a cara vermelha de raiva, disse que era um absurdo! Ele começou falando que ele tinha vôo de conexão para New York (sim, falando assim com aquele sotaque forçado para mostrar para todo mundo ali que ele era sofisticado e não falava o aportuguesado Nova Iorque), e que não podia se atrasar na hora do desembarque, e que queria ficar ali para sair logo. Mas a comissária manteve a postura, dizendo que não. Ela se dispôs a olhar mais na frente de haviam assentos comuns disponíveis, que se eles quisessem nesses poderiam sentar, embora provavelmente ficariam separados.

Eu já estava puto... A mulher tentou acalmar o marido, dizendo que daria tempo, mas era possível ver as veias saltando de sua cara, ele parecia não aceitar que tivesse que esperar tanto para sair. A comissária voltou, disse que não haviam mais assentos. Puta merda, o cara quase se levantou, que achava uma falta de respeito, que não ia fazer diferença ele sentar ali, apesar da comissária explicar que seria injusto com os passageiros que pagaram para ter aquele lugar (eu acharia também, puta malandragem). Ele então só faltou meter o dedo na cara da comissária, dizendo que era uma falta de respeito, que se ele perdesse o vôo dele para New York (e lá vamos nós de novo...) ele iria processar a companhia e a comissária.


E foi assim durante todo o vôo, o sujeito resmungando com a mulher, dizendo que estava querendo viajar e estavam estragando tudo. Na hora de servirem o lanche, era a mesma comissária e ele continuou ali reclamando e sendo grosso, tinha que ver a violência com a qual ele pegou o mini-sandubinha de presunto e queijo das mãos dela. Foi quase uma hora tendo que aturar aquele cretino... Sabe, quando faço esses vôos da ponte aérea, ainda mais o vôo de volta para casa, eu torço com todas as minhas forças para que o desembarque fosse no finger, para assim ser mais tranquilo, e não naqueles ônibus escrotos da Infraero. Mas para fuder ainda mais com esse cretino, eu torcia para que o avião parasse no lugar mais distante do Galeão!

Acontece que naquela hora eu já estava exausto, e uma vez a aeronave pousou e parou do lado do finger (sim, não adiantou a minha torcida), eu já vi o cara se levantar apressado, e deixei ele ir. Não foi por causa dele não, era que já estava tão tarde e eu estava tão cansado, que não queria me aborrecer. Com um pouco de disposição eu iria deixar ele esperando até o aviso de apertar cintos desligar.

É foda... As pessoas estão cada vez mais escrotas mesmo. Tudo por conta de uma arrogância, um egoísmo e estupidez sem necessidade. Ninguém aceita que está errado, todo mundo parece querer arrumar motivo pra discutir com os outros, principalmente quando se encontra em uma posição de aparente superioridade, como os casos acima, onde todos os escrotos se faziam valer da posição de clientes para acha que poderiam ter tudo como querem e que teriam o direito de debochar e ser grosso com quem os atendia. Gente assim tem mais é que levar na bunda, o panariço do Burger King tinha que derrubar sua casquinha em cima de sua camisa e melecar tudo, o coroa do aeroporto tinha era que ganhar uma diabete e nunca mais ter que tomar açúcar, e o idiota da conexão tinha que perder seu vôo e se contentar com em fazer compras na 25 de Março lá em São Paulo. Pena que muitas vezes essas pessoas consigam escapar, consigam se dar bem. Mas fico sempre com a esperança de que um dia eles quebrem a cara, para aprender a não serem escrotos com os outros de graça...