terça-feira, 17 de março de 2020

Kancolle Movie - Parte 3

Eu sei... muita gente deve estar achando tosco demais como que eu estou escrevendo de novo sobre essas meninas-navio de Kantai Collection. Mesmo para os fãs de animações japonesas, não duvido que devem estar achando estranho por eu estar dando tanta atenção a um desenho que é pouco conhecido, talvez apenas assistido por quem joga o jogo no qual a animação foi baseada. Já comentei várias das razões pelas as quais eu acabei simpatizando com essa história, especialmente por retratar de forma tão original um tema bem peculiar, como navios de guerra. 


Mas, eu acho divertido. Poderia falar sobre animações como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball e outros desenhos... acontece que, em primeiro lugar não curto esses aí, e depois, tá cheio de site falando desses desenhos mais famosos. Nada mais justo que um dos sites menos visitados da Internet dê espaço para um dos animes menos assistidos do Japão.

Vamos lá. Na última parte, vimos muitos mistérios aparecendo. A destróier Kisaragi havia voltado, mas aparentemente com algumas manchas estranhas, deixando as meninas-navio mais velhas preocupadas. Principalmente depois que deu a louca nela, atirando sem saber em um inocente guindaste. E vimos como a porta-aviões Kaga parecia saber bem o que estava acontecendo, e agora finalmente vamos saber.

Depois de levar as três protagonistas para fora, Kaga explica que ficou claro que Kisaragi não pode ficar mais na base. Hoje ela tinha atirado em um guindaste, quem sabe em que ela poderia atirar amanhã? Mutsuki faz um chilique, dizendo que Kaga é feia e bobona, e que sua irmã deve continuar ali.


Kaga explica que, embora ela seja uma menina-navio como todas elas, Kisaragi havia afundado e não era exatamente a mesma pessoa. E por ter afundado, ela estaria pouco a pouco se transformando em um navio Abissal, e viraria uma inimiga.


Akagi complementa a explicação de sua irmã, dizendo que não era uma Kisaragi fake, mas a verdadeira. Porém, depois de ter afundado lá no episódio 3 da série, ela ainda tinha um grande desejo de voltar para casa, para a base onde suas amigas estavam. E Kaga diz que justamente nesses casos, quando uma menina-navio tem muitos desejos como arrependimento, frustração e medo, e acaba afundando, ela se transforma em um Abissal.


Pois é... tipo o lado negro da Força...

Mas como é que Kaga sabe tanto a respeito disso? Lembra quando Zuikaku disse que havia uma porta-aviões que tinha lembranças de quando afundou? Pois é, era a Kaga... Ela havia afundado, e se transformado em uma Abissal.


Pôrra? Sério isso? Aposto que você fez a mesma cara que as destróieres...


Mas é mesmo, aquelas imagens dela afundando não era um pesadelo, mas lembranças de quando Kaga havia afundado. E por estar tomada de sentimentos de culpa, sofrimento e arrependimento, ela havia se transformado em um navio Abissal.


Um rápido flashback, pra mostrar que Kaga já havia conversado isso com Zuikaku de tarde, explicando que muitas das Abissais que elas enfrentam são na verdade meninas-navio que afundaram, querendo voltar para casa. 


As destróieres ficam sem acreditar... e começam a questionar o que pode ser feito. Mas Akagi tenta animá-las, pois Kaga era um exemplo de como uma Abissal podia ser recuperada e voltar a ser uma menina-navio de novo. Embora ela não faça a menor ideia de como isso pode ser feito, mas tem uma teoria...


Afinal de contas, ela tem lembranças de ter sido afundada como uma Abissal, e depois disso ela acordou como ela mesma de novo. Assim, era provável que da mesma forma que uma menina-navio ao afundar virava uma Abissal, talvez acontecia da mesma forma ao contrário também, se uma Abissal afundasse, ela viria a se transformar em uma menina-navio.


Ah, isso talvez explique porque encontraram a Kisaragi dentro de um Kinder Ovo Abissal... E o fato de que você encontra personagens depois de algumas batalhas no jogo. 

Mutsuki conclui que então não tem jeito, aquela guerra não vai ter fim jamais. Pois, elas morrem e viram Abissais, e morrem de novo e viram meninas-navio, e assim sem parar em um círculo vicioso. 


Mas Kaga fala pra Mutsuki deixar de ser otária. Afinal, se elas não afundassem, ia chegar uma hora que elas iam exterminar todas as Abissais, e assim o círculo vicioso ia ser quebrado. Precisava só o comandante ficar atento e não correr o risco de mandar nenhuma delas pra batalha quando estivessem com o carimbo vermelho.


Quem joga, entende. Pra quem não joga, lembre que em Kantai Collection existe permadeath, ou seja, se uma menina-navio afunda, você a perde pra sempre. Pode parecer complicado evitar isso, mas basta não arriscar, pois elas só podem afundar se entrarem em uma batalha muito danificadas, o que é indicado no jogo por um carimbo em vermelho sobre sua figurinha. 


E por suas roupas rasgadas, caso alguém não tenha percebido, na figurinha que eu coloquei aqui "sem querer querendo"...

Perto dali, Kisaragi acabou acordando de novo... E vendo que tá todo mundo olhando feio pra ela por conta das brotoejas gigantes, ela decide colocar um casaco pra escondê-las. Vai é passar um calorão com isso, numa ilha do Sul do Pacífico onde faz 50 graus na sombra.


Mas não é só por conta das manchas no corpo... pois o capuz vai ajudar a esconder os chifres que estão nascendo na sua testa. Fudeu, ela vai se transformar em uma menina-navio do Azur Lane.


Mais uma piadinha que preciso explicar pra quem não conhece... Azur Lane é o "concorrente" de Kantai Collection, falei dele aqui. E nesse jogo as personagens que representam os navios japoneses normalmente possuem partes de animais, como orelhas de coelho, caudas de raposa, rabo de cachorro... e algumas possuem chifres. Como as versões de Kirishima, Hiei, Kongou e Haruna de Azur Lane.


Lá fora, a conversa continua... Mutsuki entende a questão toda do morre-ressuscita, mas ela está preocupada em como pode ajudar Kisaragi. Kaga, de forma bem direta e pragmática, diz que a única chance será se Kisaragi for afundada quando ela terminar de se transformar em uma Abissal.


Pronto... abriu a torneira... Parece que faltou a Kaga ter um pouquinho de consideração pela Mutsuki. E que lágrimas gigantescas, mais um poco e poderia encher uma garrafa de dois litros.


Chega por hoje... depois de toda a base acordar com o choro de Mutsuki, é melhor irmos para o dia seguinte, mais uma manhã de sol escaldante, e ninguém indo curtir uma prainha. Bem que podia rolar uma cena de biquini pra dar uma animada no filme.


Encontramos Ooyodo, que está recebendo algumas transmissões de rádio em código Morse, mas tá complicado entender porque toda hora fica entrando interferência da Rádio Tupi no transmissor. Fica complicado decifrar as mensagens das missões de reconhecimento junto com aquelas musiquinhas chatas, o horóscopo da Zora Yonara e a propaganda dos Supermercados Guanabara.


Breve parênteses: eu acho que só taxista escuta a rádio Tupi. Desde me entendo como gente, as únicas vezes que eu tive que escutar essa droga foi quando eu peguei táxi.

Mas finalmente ela consegue pegar a mensagem, enviada pela porta-aviões Hiryuu que estava patrulhando a região. Elas haviam encontrado uma puta esquadra de Abissais, com vários porta-aviões e encouraçados se aproximando das ilhas onde elas estavam, e iria iniciar um ataque.


Nagato, que continua sempre com cara de quem precisa tomar um Activia, fala que Hiryuu não tem chance, pois estão em menor número. Assim, ela sugere que as porta-aviões Shoukaku e Zuikaku sejam mandadas como reforços para ajudar na retirada. Para aqueles nascidos depois do ano 2000, aquele aparelho preto do lado dela é um telefone de mesa.


Por sua vez, Mutsu fica apenas sorrindo, linda e maravilhosa. Tudo bem que ela não ajuda muito com nada de útil, mas ao menos deixa a vista mais agradável aos olhos, não acha?


Logo em seguida, chega outra chamada. Dessa vez é do grupo de reconhecimento liderado por Kongou, que está investigando a região do Ironbottom Sound, pra ver se descobre algo sobre aquela voz misteriosa.


Kongou diz que também estava escutando a voz chorona da menina chata, e também tinha percebido que a água estava ficando ainda mais vermelha, se espalhando por muitos quilômetros, o oceano parecia a privada de uma mulher menstruada. E não era só isso...


... pois tinha alguma coisa no ar, talvez por conta das águas vermelhas, que estava danificando o seu equipamento, com várias rachaduras aparecendo em suas armas. Deve ser uma mega maresia...


No fim do dia, depois de voltar para a base, Kongou apresenta o seu relatório da missão de reconhecimento. E como são seis horas da tarde, é hora do chá com biscoitos, como ditam as boas maneiras britânicas, servido pela sua irmã Hiei. Pra quem não se lembra, o encouraçado de verdade em que ela foi baseada foi construído na Inglaterra, e por isso temos essas referências inglesas quando temos Kongou no desenho.


Kongou explica que a água ficou vermelha como sangue, e com isso todo o ecossistema havia sido destruído, com peixes, tartarugas, tubarões e todo tipo de animal morto. Estranho como que o Greepeace e a Greta ainda não havia dado um chilique sobre o assunto. Provavelmente porque não dava pra colocar a culpa no Trump ou no Bolsonaro.


Além disso, tinha a estranha maresia que estava danificando os esquipamentos delas, que simplesmente rachavam e se arrebentavam sem mais nem menos, como a cruzador leve Yuubari, a mecânica do grupo, estava investigando com uma lupa de detetive. Como Kongou e Hiei haviam ficado pouco tempo naquelas águas, o dano havia sido relativamente pequeno, nada que um pouco de fita adesiva e cuspe não resolva.


Nagato conclui que, se elas ficarem muito tempo nas águas vermelhas, os seus equipamentos podem ficar mais danificados, a ponto de ficarem inutilizados. Sério, Nagato? Essa aí até o Capitão Óbvio já sacou...


De repente, chegam mais meninas-navio para a reunião, com Yamato, Kaga e Akagi se apresentando. Embora imagino que Akagi só veio por conta dos muffins ingleses. E me pergunto por que todas elas estão com essa expressão zangada...


Yamato explica que ela estava fazendo missões de reconhecimento também, e acabou descobrindo que a região de águas vermelhas estava ficando maior ainda, mais do que seus peitos gigantescos, e traça um círculo mostrando até onde a zona vermelha estava chegando. Outra que consegue desenhar um círculo perfeito com a caneta, se eu tento fazer isso acaba saindo um ovóide torto.


Ooyodo faz uma continha básica de regra de três e estima que se os mares vermelhos continuarem se expandindo nessa velocidade, eles chegariam até uma distância perigosa da base em três dias e oito horas.


Hiei fica assustada, pois isso quer dizer que em poucos dias o estranho fenômeno chegaria até a base delas. E também fica embasbacada em como todo mundo consegue desenhar círculos perfeitos e totalmente concêntricos na munheca. Ela mal consegue desenhar círculos direito com um compasso.


Por sua vez, Kongou mostra o seu lado animado, ela é a única que não está emburrada na sala. Pois não parecia ser tão complicado assim, já que elas sabiam que o centro da zona vermelha era sempre o mesmo, bastaria mandar uma mega força lá pra destruir o que tivesse por ali. Todas ficariam felizes e poderiam voltar pra fazer uma festinha com chá. Mas Nagato não é tão otimista, pois haviam aqueles porrilhões de Abissais na região...


Pois é, lembra que algumas porta-aviões haviam encontrado essas forças Abissais, e elas acabaram ficando bem danificadas na fuga. Isso fica claro ao vermos Zuikaku e Shoukaku nas águas termais, pra se recuperarem...


Mas como? Para quem não viu as postagens sobre a série, quando as meninas-navio ficam muito machucadas, elas se recuperam tomando um banho em um ofurô de água quente. Foi a forma como os criadores do desenho bolaram pra representar os reparos que são feitos no jogo.


Uma salva de palmas para o japonês tarado que teve essa ideia.


E não era só isso: muitos aviões foram perdidos, e as fadinhas estavam fazendo de tudo para preparar novas aeronaves para reequipar as porta-aviões. Pensei que bastava fazer mais flechas, mas pelo que parece existe todo um pelotão de fadinhas escravas pra construir os equipamentos.


Ooyodo explica que são seis porta-aviões Abissais que estão na região, colocando uma pecinha vermelha no mapa pra marcar a posição delas. E a partir do que foi observado pelos aviões de reconhecimento, e considerando a velocidade e curso atuais delas, elas estavam indo justamente para o centro da região vermelha, no Ironbottom Sound, com previsão de chegada em 58 horas.


Yamato, tentando mostrar que é mais do que um rostinho bonito e um par de magumbos, conclui que a esquadra inimiga chegará a seu destino em três dias. Ooyodo pergunta se Yamato é surda ou burra, pois ela havia falado 58 horas, que são 2,42 dias. Em nenhum momento 58 horas são três dias. Essas garotas metidas à rainha do baile que não sabem fazer uma simples conta...


Kongou conclui que elas estão numa sinuca de bico... Elas precisam ir até o Ironbottom Sound pra investigar e talvez parar o avanço da maré vermelha, mas elas certamente iriam se esbarrar com os Abissais. E Nagato lembra que seus equipamentos ficariam danificados, o que as colocaria em grande risco para enfrentar um combate. Pois é, tá complicado...


Mais um dia se inicia, e encontramos as três inseparáveis destróieres caminhando pela base, buscando algo pra fazer. Afinal, naquela ilha o sinal de internet era uma droga, e não dava pra assistir Netflix e nem jogar Azur Lane no celular. Assim, elas conversam sobre a situação de Kisaragi, ainda tentando digerir a ideia de que ela teria que afundar como Abissal pra voltar a ser quem ela era.


Mutsuki se emputece... digo, daquele jeito que uma menininha doce se emputece, dizendo que elas estavam falando abobrinhas e que a Kaga era muito feia por ter contado uma história como aquela. Kisaragi estava bem e ela havia voltado pra casa. E que ninguém contasse essas baboseiras pra sua irmã, pra não deixá-la assustada.


Só acho que Mutsuki poderia ter usado um tom de voz mais baixo, em vez de berrar tudo isso a meio metro da janela do quarto de Kisaragi...


Perto dali, Akagi e Kaga estão fazendo uma visita na oficina, onde os equipamentos defeituosos são consertados. Somos apresentados a uma nova personagem, a moça de cabelo rosa é Akashi, que foi baseada em um navio de reparos japonês. Mas por algum motivo o desenho escolheu a cruzador Yuubari como a mecânica que coloca a mão na massa. Ela está explicando para Akagi e Kaga que todos os equipamentos das meninas que navegaram nas águas vermelhas ficaram danificados... com exceção de Fubuki: os equipamentos dela estão novinhos, mesmo depois dela ter tropeçado e mergulhado de cara nas águas vermelhas.


Kaga parece suspeitar de alguma coisa... Tava na cara que, por ser a protagonista, iam arrumar alguma coisa especial praquela pirralha... Enquanto isso, Akashi olha para a câmera, disfrutando os seus onze segundos de fama no filme.


Encontramos a nossa amiguinha na lanchonete, agora conversando com Amatsukaze e Tokitsukaze. Não apenas pelo fato de que o psicólogo da base sugeriu que ela fizesse outras amizades, mas por estar de saco cheio de andar sempre com Mutsuki e Yudachi, pois toda hora o assunto era a Kisaragi. Pra variar um pouco, Amatsukaze pergunta como que Kisaragi está...


Pois é Fubuki... na série todo mundo falava de você, era o centro das atenções. Foi só a Kisaragi voltar do fundo do mar que todo mundo só quer falar dela... É ruim não ter os holofotes em cima de você, né?


Tokitsukaze decide animar a sua amiga, correndo pra seu lado pra fazer cosquinha nela. Só que ela acaba sendo bruta demais com Fubuki, nesse ritmo vai acabar rasgando suas roupas e o desenho vai deixar de ter classificação etária livre.


Graças às conveniências universais de filmes e desenhos, é bem nessa hora que Akagi e Kaga aparecem, procurando por Fubuki. E por algum motivo, percebi agora naquelas plaquinhas que elas levam na cintura, que representam parte do convés dos porta-aviões de verdade, as listras de Akagi são horizontais e as de Kaga verticais.


Fubuki fica toda abafada, dizendo que não é o que parece, que aquela maluca da Tokitsukaze começou a fazer cócegas nela sem motivo, e agora ela estava toda envergonhada. Pois ela era uma menina educada, de família.


Tokitsukaze contesta, dizendo que ela sequer tinha tocado na blusa de Fubuki, e mesmo assim ela estava daquele jeito. Akagi explica que é normal uma menina na idade de Fubuki ficar curiosa sobre certas coisas, mas que assim que terminasse que fosse falar com ela e Kaga.


As três se encontram em um quiosque, onde Akagi explica que o equipamento de Fubuki é o único que não se danificou em contato com a água vermelha, pra surpresa da destróier. Pois suas armas e pedaços de navio tinham sido comprados em liquidação.


Akagi também explica que outras meninas-navio perceberam que Fubuki era a única que estava respondendo àquela voz misteriosa no meio do oceano. Na boa, em nenhum momento isso aconteceu, parece que ela leu isso em algum grupinho de Whatsapp da família...


Fubuki não entende o que está acontecendo... pois ela não faz ideia de porque o equipamento dela não estava ficando quebrado, e tampouco se lembra de ter conversado com a voz misteriosa. Tudo bem que ela tinha o costume de cantar no chuveiro, mas ela não era doida a ponto de responder uma voz estranha no meio do mar.


Kaga interrompe a discussão, pois ela aparentemente tem alguma suspeita do que está acontecendo (sabe tudo, essa Kaga). E então pergunta pra Fubuki em que base ela estava, antes de encontrá-las lá no piloto da série.


Faz tempo... Fubuki puxa pela memória, mas não se lembra... Também ela só se lembra do comandante no dia em que começou na base. E antes disso, ela não faz ideia de onde estava, de quem eram suas amigas, quem era a líder de seu esquadrão, nadinha.


Pois é, isso é estranho... Tudo bem que não teve nenhum prequel como fizeram com o Star Wars, mas era de se esperar que Fubuki tivesse alguma lembrança. Parece ser um caso de amnésia brabo, ou será que tem outro motivo para que uma menina-navio se esqueça do passado? Onde será que nós vimos isso antes?


"Coincidentemente", a cena corta para Kisaragi, que está sozinha em seu quarto, pensando na vida, e vendo que as brotoejas roxas estão cada vez maiores. Será mesmo que ela está se transformando em uma Abissal?


Parece que sim... e pior de tudo, é que nem picada de mosquito, se ficar esfregando só piora!


Kisaragi fica desesperada com a situação, pois ela não quer se transformar em um ser Abissal chifrudo e de pele pálida como um vampiro. Ela tinha sofrido tanto na série, foi a única que afundou, e agora fizeram ela voltar no filme só pra passar por tudo isso? Sem saber o que fazer, ela corre pro banheiro, pra ver se as feridas saem com um pouco de Dove.


Bem nessa hora, chega a Mutsuki, que estava com dor de barriga depois de ter comido um escondidinho de carne seca e repolho meio suspeito, e encontra sua irmã chorando no chão do banheiro.


E vemos que a transformação continua, ela tá mais chifruda que um corno manso, daqueles que acredita que a esposa precisa fazer consultas semanais com o ginecologista.


Mais uma vez, Mutsuki tenta consolar a sua irmã. Não importa que ela tenha mais chifres na cabeça que um veado, ela ainda era sua irmãzinha e juntas elas achariam uma solução para todo esse problema. Talvez fosse só a puberdade chegando...


Sério, fico pensando em todo o problema, todo o sofrimento que começou lá atrás, quando deixaram a Kisaragi sozinha no meio do mar pra ser afundada por um piolho Abissal. Se o comandante tivesse tomado mais cuidado com suas meninas-navio, Kisaragi não teria afundado e não estaria passando por esse perrengue. Só reforça como que no jogo temos que evitar esses afundamentos... Apesar de tudo isso, Mutsuki jura que sempre estará do lado de sua irmã, não importa o que aconteça.


Acho que mais uma vez eu vou dar uma pausa bem em um momento mais dramático. Estamos chegando na metade do filme, e até agora foi tudo ao redor de Kisaragi se transformando em um Abissal. Vamos ver se teremos um pouco mais de ação na próxima parte.

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