Mais um capítulo para a conta, agora eu vou até o final disso. A série animada baseada no jogo Azur Lane parece estar chegando em um momento mais crítico, depois do último episódio onde vimos uma porradaria mais intensa. Resta saber o que vai durar mais, se será o combate ou minha paciência para ficar pegando imagens dos episódios e comentando a história.
Mostrando que aquele raio de energia não tinha varrido todo mundo pra debaixo do tapete. Mas mesmo assim as meninas-navio estão atordoadas, muitas delas se sentindo enjoadas e outras com frio. Bom, nisso que dá ficar andando de roupa de colegial com saia curta no Pólo Norte. É só tomar um chá preto que esquenta...
O alto comando da Royal Navy está discutindo sobre o que estava acontecendo. Hood acredita que aquele mundo paralelo havia deixado tudo fora de controle como o clima, e poderia ser alguma malandragem das Sirens. Prince of Wales se pergunta se isso teria a ver com o tal projeto "Orochi" ou mesmo com a transformação sofrida por Enterprise. E Queen Elizabeth quer saber por que diabos não apareceu nenhuma plebéia até aquela hora, com um guarda-chuva pra que não caísse neve em sua coroa.
No outro navio, Cleveland não consegue explicar para suas irmãs o que pode ter acontecido. O máximo que ela pode fazer é arrumar um novo chiclete para Columbia mascar, para não perder a sua marca registrada.
A verdade é que todos os navios Sirens estavam afundando... isso pelo menos eram boas notícias. O que não dava pra explicar era ver que parecia que elas estavam dentro de um cubo de gelo gigante, perdido no espaço.
Com toda aquela confusão, duas destróieres acabaram se separando do restante do grupo, e tentavam desesperadamente reencontrar suas amigas. Claro, já dava pra imaginar que as duas "sortudas" eram Javelin e Laffey.
Mas elas acabam se encontrando com alguém, que está atrás de uma fumaceira. Tá, a gente já sabe quem é que está ali, mais previsível é impossível.
Claro que seria Ayanami, alguém estava esperando outra pessoa?
Temos um breve interlúdio, narrado pela voz de Enterprise, que fala que anos atrás tudo era mais simples: tinham os alienígenas de um lado, e as meninas-navio estavam juntas do outro, combatendo os inimigos e protegendo aqueles que amavam, tudo isso ao mesmo tempo e sem conflitos. E nessa lembrança vemos Enterprise navegando com sua irmã Yorktown.
Ayanami corta a cena, pois ela já está com o saco na Lua de toda hora ver aquelas duas paradas, sem se mexer e sem entrar na briga, insistindo com aquela ideia ridícula de serem suas amigas, que aquilo não fazia o menor sentido. Afinal de contas, elas foram criadas pelos desenvolvedores do jogo para serem inimigas.
Do nada, Javelin quase leva uma bala no meio da testa. Eram as amiguinhas de Ayanami, mandando chumbo grosso nas duas destróieres. Afinal de contas, só podiam ser amigas aquelas que tinham orelhas engraçadas.
Tá, mas Laffey usa aqueles prendedores de cabelo na forma de orelhas de coelho. Mas acho que não serve, vendo que elas continuam sendo alvejadas pelas destróieres japonesas.
Shigure pergunta por que Ayanami está parada, sem atirar nem fazer nada. Parece que tá pensando na morte da bezerra, pombas! Era hora de uma retirada estratégica, mesmo estando em maior número, pois estava muito frio naquelas bandas.
Javelin tenta impedir que Ayanami vá embora, pois elas precisam ser amigas. Mas outro tiro muito próximo faz com que ela tropece e caia na água. Por mais que isso possa parecer ridículo. E eu sei que você está olhando pra calcinha dela, seu pervertido!
Pra sorte das duas, Belfast chegou para ajudá-las, trazendo também Nescau quentinho e biscoito Maizena, já que elas são meninas pequenas e que precisam se alimentar bem, para crescerem grandes e bem-dotadas como ela.
Mais um momento psicodélico, onde vemos Enterprise refletindo sobre esse novo mundo. Embora Azur Lane e Crimson Axis seguissem tendo um inimigo em comum, as duas facções insistiam em brigar entre si. Por que isso?
Nisso que parece ser um sonho, ela está diante de uma imensa cerejeira... e do nada começa a escutar algumas risadinhas marotas ali perto...
... e vê duas meninas brincando, com seus rostos cobertos por máscaras bizarras. Bom, percebendo as orelhas pontudas e a cor dos cabelos, fica evidente que eram Kaga e Akagi quando eram pequenas e pediam trocado no sinal.
Mas elas não estão sozinhas... tem uma outra menina-navio ali, debaixo de um guarda-sol, comentando que aquelas duas eram inseparáveis... mas na hora em que choram, cada uma fica em um canto. Aquela era Amagi, dizendo que percebia que Enterprise era muito parecida com Akagi e Kaga, por também chorar sozinha.
Acredito que vale um parênteses, que mostra como que Azur Lane faz umas referências históricas interessantes e muito bem-feitas. Veja como uma das tramas envolve Akagi querendo se reunir com sua irmã Amagi, essa ali de cima. Se você leu esta minha postagem, sabe que Amagi e Akagi eram dois cruzadores de batalha que o Japão pretendia construir, mas que foram barrados pelo Tratado de Washington, que limitava o poder naval das nações. O mesmo valeu para os encouraçados Kaga e Tosa, que também não poderiam ser construídos. Seguindo os termos do tratado, tanto o Amagi como o Akagi viriam a ser convertidos em porta-aviões, enquanto que o Kaga e o Tosa virariam sucata. Acontece que o Japão foi atingido por um grande terremoto, a ponto de danificar seriamente o casco do Amagi. Como resultado, ele foi descartado, e o Kaga acabou ganhando uma segunda chance e se tornou porta-aviões. E o resto é história... que se você quiser saber mais, vai lá em meu post.
Isso explica muita coisa na história de Azur Lane, a começar pelo fato de Amagi estar "morta", em uma clara referência ao navio que foi vítima do terremoto. Dessa forma, Kaga acabou sendo "adotada" por Akagi como sua irmã, embora não seja exatamente "de sangue". Tudo isso justifica a admiração e respeito que Kaga tem por Akagi. Esta, por sua vez, mesmo gostando muito de sua irmã adotiva (até demais, mas pelo menos descobrimos que não se trata de uma relação incestuosa), parece ter feito um acordo com os Sirens para se reunir com sua irmã de verdade, Amagi.
Repito: podem me zoar, podem me sacanear e o que for. Mas eu simpatizo muito tanto com Azur Lane como com Kantai Collection pois ambos criam uma história de ficção mas que mantém referências com acontecimentos reais, de uma forma bem original.
Continuemos. Amagi explica que, embora nunca tenha conhecido Enterprise pessoalmente, sabe que ela também é uma menina-navio, e assim ela traz as lembranças dos acontecimentos presenciados pelo navio de guerra de verdade. E Enterprise, que foi um porta-aviões que combateu em diversas batalhas, leva as orações e os desejos de toda a humanidade, na esperança de um mundo de paz.
Pois é, Enterprise não entende muito bem o que está acontecendo. E não percebe que a Kaga criança (que podemos chamar de Kaguinha ou Kagadinha, sei lá), está lá no fundo, espiando. Provavelmente esperando a primeira oportunidade para bater a carteira dela.
Voltemos para a realidade... onde a Kaga adulta, que estava desmaiada, finalmente acorda. E pergunta onde está Akagi e se ela estava bem, e também quem foi a desgramada que colocou algodão em suas orelhas.
Vemos que aquela explosão também atingiu as meninas-navio do Sakura Empire, que estão machucadas e tentando se recuperar do susto. Nessa hora vemos também que algumas delas tem um robozinho escroto com um canhão na cabeça... que é outra ideia "roubada" do Kantai Collection.
Souryuu está pensativa, tentando entender a situação. Afinal de contas, ela é a única lá de óculos, e nos desenhos japoneses quem tem óculos tem que ser o inteligente. Por mais que estivessem buscando Akagi, não haviam encontrado ela em lugar nenhum. Algumas insistem em continuar a busca, mas outras estão preocupadas com aquele lugar estranho, cheio de gelo e fissuras cósmicas.
E tem ainda um outro problema: os navios Sirens tinham desligado totalmente, estavam parados como estátuas e nenhuma delas estava conseguindo religá-los. Seria por causa daquele tal navio Orochi? Talvez por terem usado o cubo preto para controlar os Sirens? Ou foi apenas falta de gasolina mesmo?
Nessa hora, Shoukaku começa a falar sobre as muitas lacunas e questões misteriosas. Afinal de contas, as Sirens nunca explicaram direito como usar o cubo preto, se tinha algum risco ou consequências. Também era muito estranho como que Akagi fez aquela feitiçaria doida, que nenhuma delas tinha visto antes. E ela termina "jogando a merda no ventilador", dizendo que a 1ª divisão de porta-aviões (ou seja, Akagi e Kaga) estava agindo de forma muito suspeita, cheias de segredos...
Essa é uma sutil referência à história oficial do jogo, onde Zuikaku e Shoukaku são as primeiras a suspeitar que o Sakura Empire estava sendo usado pelas Sirens.
Longe dali, Belfast, Javelin e Laffey seguem navegando. Depois de mais uma conversinha boba sobre Ayanami, e como elas queriam ser sua amiguinha, as duas pimpolhas decidem se unir à Belfast, para ver se conseguiriam encontrar Enterprise, que ainda estava sumida.
Voltando para o Sakura Empire, Souryuu faz a manjada pose de acertar os óculos, e decide que é hora de picar a mula e voltar para casa. Aquela região não era segura, e elas deveriam pensar em sua segurança. Além disso, ela precisava de um lenço umedecido pra desembaçar seus óculos, pois assim não estava enxergando pôrra nenhuma.
Kaga manda aquela quatro-olhos para a puta que pariu, que não era hora de voltar ainda. Elas precisavam encontrar Akagi, não podiam largar ela sozinha. Se não fosse assim, ia sair na porrada com Souryuu, sem se importar com aquela baboseira de não bater em alguém usando óculos.
Souryuu, que parece que está com os óculos quebrados e por isso tem que ficar segurando-os em cima de seu nariz, manda Kaga à merda (com trocadilho, como esperado). Afinal de contas, alguém tinha que ter bom senso naquela esquadra. Ela estava ciente que sua líder ainda estava desaparecida, mas a verdade é que as meninas-navio estavam enfraquecidas e os navios Sirens desligados, era mais importante pensar na segurança da maioria e não arriscar todo mundo por conta de uma menina-navio somente.
Nessa hora aparece Kako... e não, não é o sapo dos Muppets (piadinha tosca, eu sei). Ela tem notícias importantes para compartilhar com o grupo. E também tem a recomendação de uma ótica onde Souryuu pode arrumar seus óculos, pra que não fiquem escorregando no nariz toda hora.
Bem na hora que ela iria falar, a cena corta para a esquadra da Azur Lane, mostrando que tá difícil manter a continuidade em um dos lados. Helena explica que conseguiram localizar a esquadra inimiga não muito longe dali.
Algumas delas, como Cleveland, ainda estão atordoadas com tudo que aconteceu, e com o sumiço de Enterprise depois daquela explosão de energia. Mas Prince of Wales reforça que o Sakura Empire estava controlando navios Sirens, e era muito perigoso deixar isso passar. Tinham que aproveitar o momento e derrotá-las o mais rapidamente possível.
Voltamos ao Sakura Empire, que aparentemente está sabendo que a Azur Lane está próxima. O problema é que elas não estão em condições de seguir com o combate, com muitas meninas-navio feridas. Hiryuu se oferece para enfrentá-las sozinha, para assim dar tempo para que elas fujam dali em segurança.
Talvez uma referência à batalha de Midway, em que o Hiryu de verdade foi o último porta-aviões a tentar parar os americanos, será?
Mas Zuikaku se oferece para ficar para trás e proteger a fuga de suas amigas. Para o desespero de sua irmã mais velha Shoukaku, que está preocupada com sua irmãzinha mais nova.
Zuikaku explica que entende o que Kaga está passando, se sentindo perdida por perder sua irmã Akagi. E por isso ela decide fazer a sua parte para proteger sua própria irmã, Shoukaku. Mas acaba que as duas decidem ficar juntas, pois jamais devem se separar, e assim se organizam para ajudar na retirada de suas amigas.
Talvez uma sutil referência à doutrina naval japonesa, onde certos navios "irmãos" costumavam sempre ficar juntos.
E é isso, as duas porta-aviões se prepararam para proteger a fuga de suas amigas, que estão todas ali na beira do convés para vê-las partirem. Um monte de amigas-da-onça, nenhuma outra se oferece para acompanhar Zuikaku e Shoukaku, parecem pouco ligar que porta-aviões são inofensivos em combate de superficie.
Mas parece que elas não precisam de ajuda, acelerando que nem foguetes pela água, na velocidade de um jato. Mesmo imaginando que não teria nada a ver, pois um porta-aviões geralmente é grande e lento como um elefante. Bom, mas se fosse assim não teria graça.
E toda essa agilidade das duas meninas-navio japonesas acaba caindo como uma luva, para se desviar de um tiro disparado por Prince of Wales, que estava sentada no alto de um iceberg. Deve estar com a bunda congelada, podia ter arrumado uma almofada para não esfriar a poupança.
Só que aí ela precisa pular fora, pois alguém mandou um balaço no iceberg. Quem foi? Afinal de contas, Zuikaku e Shoukaku não tem canhões, seria fogo amigo?
Na verdade quem tinha atirado era uma das novas personagens da animação, a Siren de nome Tester. Todas elas possuem nomes assim que estão associados ao que elas fazem no grupo dos bandidos. Por exemplo, Tester é responsável por bolar os testes para avaliar as capacidades das meninas-navio e ver se elas vão reproduzir a história, sendo a mente por trás da maior parte dos eventos do jogo.
Quem está lá também é Observer, que já conhecemos de outro episódio. No caso, ela apenas fica observando, e comenta que as duas facções parecem espelhos de uma realidade de guerras que já aconteceram. Meio que dizendo que as meninas-navio pareciam repetir o conflito em vez de se unirem contra as Sirens.
Descobrimos também que Observer encontrou Akagi, ainda desacordada depois daquela peleja contra Enterprise. Bom, vendo uma alienígena com cara de tarada e cheia de tentáculos e uma garota desmaiada, espero que isso não vire um hentai de quinta categoria.
Enquanto isso, a pancadaria continua rolando solta, com Zuikaku tentando driblar os tiros de Prince of Wales a qualquer custo, em mais um daqueles momentos em que a animação despenca de qualidade, parece mais South Park.
Vendo que sua irmã está passando uns maus bocados, levando tiro de tudo quanto é lado, Shoukaku joga seus aviões de papel no ar...
... que se transformam em aviões. Mas acontece que ela deve ter feito alguma cagada, pois os aviões aparecem pegando fogo. Sei lá, vai que ela está lançando kamikazes para causar um estrago maior.
Aí quem estava passando ali só de passagem, nada a ver com o tiroteio, era a pentelha da San Diego. Já deu para imaginar que ela acabou se tornando alvo dos aviões e levando uma porrada de tiros. Puta merda, toda hora que ela aparece é pra se dar mal!
Zuikaku combina um plano com Shoukaku, e decide zarpar para o meio de um cânion de gelo, para ver se consegue despistar as suas inimigas.
Mas ela acabou escolhendo o pior lugar para fugir, pois por coincidência Belfast estava fazendo um piquenique ali com Javelin e Laffey. Sorte que elas ficam só olhando, com cara de paisagem. Ou são muito burrinhas para atacar uma inimiga ou então o desenhista estava com preguiça de animar mais uma cena de combate.
Zuikaku dá uma respirada, afinal de contas ela foi alvejada por todos os lados. Ela começa a refletir se foi mesmo uma boa ideia bancar a isca para atrair os ataques da Azur Lane, teria sido melhor deixar aquela orelhuda da Hiryuu segurar o rojão.
Mas aí algo chama a sua atenção. Era alguém lá no alto de um iceberg, fazendo pose diante da brisa do Ryu de Street Fighter. Era Enterprise.
Pronto, fuderam todos os planos de Zuikaku, ao ver sua rival ali dando sopa. Era hora de cortar aquela metida em duas com sua katana.
Mas Enterprise ainda está no modo power-up, com os olhos brilhando. Demonstrando a mesma expressividade do cigano Igor e da Bela do Crepúsculo, ela apenas olha para a japonesa de forma fria e impassível.
Então Enterprise faz um meia-lua com os três socos e desfere seu golpe especial, lançando bombas, torpedos, tiros de metralhadora e tudo que estivesse ao alcance.
Pois é, pobre Zuikaku... Acho que ela vai comprar uma fazenda. Vamos sentir falta de seu uber busto desafiador da gravidade...
Mas nessa hora vemos o momento dramático do episódio, em que Shoukaku se lança na frente dos tiros para proteger sua irmãzinha. Embora eu ache que, pela quantidade de bombas que Enterprise lançou, não vai sobrar nem um gelinho pra contar a história.
Até as outras meninas-navio da Azur Lane ficam chocadas com o ataque devastador de Enterprise, surpresas em como ela não deu trégua e não teve nem um pingo de consideração pelas porta-aviões japonesas. Sem falar que o preço dos torpedos e bombas não está barato, e a conta depois ficaria altíssima para justificar aos pagadores de impostos.
Mas a heroína não quis saber. Claro que sabemos que ela está possuída de alguma forma, talvez aquele cubo mágico preto que ela tinha tocado naquela vez e a transformou em uma psicopata sem remorso.
Tanto que seu ataque alucinado havia abatido até mesmo Belfast, que estava lá no alto do iceberg ali perto. Claro que, apesar de ter sido atingida por todo tipo de explosão, suas roupas se rasgaram até o ponto logo antes de aparecer alguma coisa, para o desânimo dos fãs da empregada inglesinha.
Ainda em transe, Enterprise chega à conclusão que jamais chegará o dia em que elas terão paz. Mesmo com a evolução do mundo, as guerras sempre vão existir.
Só que do nada aparece um caça Zero, zunindo na direção de Enterprise. Pode isso, Arnaldo?
Era Zuikaku, que ainda estava de pé, graças ao gesto altruísta de sua irmã Shoukaku. Ela está uma fera por Enterprise ter machucado a sua irmã, e agora ia mandar aquele avião destruí-la. E provavelmente deve ter gente se lamentando que as roupas de Zuikaku estão intactas, embora suas bazingas estejam quase pulando pra fora do vestido.
Depois do impacto, só vemos o chapeuzinho de Enterprise voando.
Pombas, Zuikaku. Você consegue mandar um avião surpresa e o máximo que consegue é um ataque kamikaze contra um bonezinho? Tá de sacanagem...
Enterprise decide responder na mesma moeda, lançando um bombardeiro de mergulho para acabar com o serviço.
Mas nessa hora ocorre um estrondo, com um iceberg explodindo pelos ares do lado das duas. O que seria isso? Talvez apareceu o Titanic pra se vingar dos icebergs?
Não sei porque, mas falando tanto do Titanic me lembrei agora daquela bizarrice de episódio dos Super Amigos...
Que nada, era Ayanami, aparecendo na última hora para fatiar aquele aviãozinho de brinquedo como se fosse um salame.
O problema é que Ayanami é uma tapada... em vez de cortar a asa ou a cauda do avião, o que seria suficiente para deter o ataque, ela decidiu cortar a bomba. Aí já deu pra imaginar o que aconteceu.
Como esperado... Javelin e Laffey se desesperam ao ver sua amiguinha futura cair desacordada como um saco de batatas.
Talvez por conta da explosão da bomba, ou quem sabe pelo fato de ter perdido seu chapéu de estimação, Enterprise acorda de seu transe e se dá conta do que fez, provavelmente vai pegar uns trinta anos no xadrez por infanticídio.
Por algum motivo mais bizarro ainda, o mar se abriu em uma fenda espacial. Tem horas que esse desenho vai para uma linha psicodélica que eu não consigo entender.
Nessa hora quem aparece é Belfast, mostrando que aquela imagem dela lá em cima provavelmente era imaginação de Enterprise. Ela dá um esporro em Javelin e Laffey, que ficavam toda hora falando que queriam que Ayanami fosse sua amiga, mas agora estavam só olhando ela despencar em direção a um portal espacial.
As duas baixinhas finalmente se mexem. Javelin pendura uma corrente em um iceberg e as duas conseguem resgatar Ayanami no último segundo.
Javelin começa a espernear, pois Laffey tinha comido muito no almoço e estava pesada pra burro, e não ia aguentar. Mas a orelhuda simplesmente resmunga, dizendo que Javelin tinha que comer mais espinafre.
Ayanami olha para cima, sem acreditar... e diz um "arigatô" por terem salvo sua vida.
E é isso. Nesse momento culminante em que as diferenças foram deixadas de lado, esse episódio doido chega ao fim.















































































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