quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

O Fim dos Tempos (na música)

Estou me sentindo velho... Digo isso pois eu percebo agora em mim um comportamento que eu via em meus pais, meus tios, meus avós e em pessoas mais velhas do que eu em geral.. O comportamento ranzinza e decepcionado com a música que faz sucesso. Certamente você já deve ter escutado alguém dizer "não fazem mais música como antigamente" quando se referiam às bandas que você curtia quando mais novo. Agora, em pleno século XXI, eu entendo o que eles diziam, ao escutar o que temos de música atualmente, ainda mais no Brasil.


Não escolhi essa coisa aí em cima ao acaso. Se você vive em uma caverna e não sabe das atualidades, esse aí é o Pablo Vittar, cantor que está fazendo o maior sucesso por aqui ultimamente, top das paradas e vencedor de vários prêmios.

E antes que me encham o saco, eu vou sim usar substantivos e adjetivos no masculino quando for me referir a esse cantor. Pois ele é um homem, um sujeito travestido de mulher. Não tenho essa frescura politicamente correta não, chamar Pablo Vittar de cantora é o raio que o parta. Não estou sendo homofóbico, estou apenas expondo aqui a minha visão que eu já falei várias vezes, de que existem dois gêneros apenas. Quando ele nasceu, o médico certamente disse "é um menino", não foi? 


De qualquer maneira, não estou aqui pra discutir a opção sexual do Pablo Vittar, se ele quer se vestir que nem a Beyoncé, vai fundo, não tenho nada com isso. Estou aqui para falar de música, e ele é um exemplo máximo da péssima qualidade musical que temos hoje em dia.

Mais uma pausa, já me preparando para a turminha politicamente correta. Homofobia é a puta que pariu! Se você acha que uma pessoa é homofóbica só por não gostar da música do Pablo Vittar, vai chupar um prego. Não tem uma coisa a ver com a outra. Ou só porque o cara é um traveco, todo mundo tem que adorar a música dele? 

Voltando... hoje em dia a qualidade musical está realmente indo ladeira abaixo. Principalmente no que diz respeito à música brasileira. Além de insistirem com verdadeiras bostas jurássicas, como Chico Buarque e Caetano Veloso, temos uma imensidão de músicos dos mais diversos aparecendo a cada semana. Tem de tudo: vai desde ao tosco do Wesley Safadão até o bichinha do Luan Santana, com seus penteadinhos escrotos estilo "vem cá me puto"; passa pelas duplas de cantoras que montam nomes parecidos e passam vergonha, como Simone e Simaria ou Maiara e Maraisa; ou então para as duplas de carinhas sertanejos universitários que bombam nas playlists das garotas meladoras de calcinha, como Jorge e Matheus ou Victor e Leo; sem se esquecer dos funkeiros com os nomes estúpidos e músicas cretinas sobre a "cumunidade", como MC Kevinho ou Nego do Borel; ou então por aquelas metidas a divas que só sabem "lacrar" e rebolar a bunda, como Anitta, Ludmilla e Pablo Vittar...

Dá licença um momento...


É foda... é muita tosqueira pro meu estômago.

Tudo bem... gosto musical não se discute, cansei de falar disso aqui. Mas eu acho que tem um limite, né? Desses nomes que eu citei, você percebe um monte de "cantores" que arranham qualquer coisa e só por terem aparecido no Faustão ou no Gugu, eles já ganham holofotes aos montes. Tudo por conta de uma única música que emplacou um pouco nos ouvidos do povão de gosto duvidoso ou mesmo só pela aparência, é o suficiente para que sejam considerados fenômenos musicais. E a quantidade desse tipo de artista que surge por aqui assusta, toda semana deve aparecer um novo por aí.

Imagino não ser algo exclusivo do Brasil, isso deve acontecer no mundo afora também. Toda hora surge algum cantor ou cantora novos, que de uma hora para outra explodem sem ninguém conseguir explicar o porquê. Geralmente na carona de algum outro músico mais famoso: perceba como hoje toda hora aparece alguma música em que você lê lá o campo destinado ao cantor ou cantora, e é sempre no estilo "fulano" feat. "siclano", onde o "fulano" é um mero desconhecido e o "siclano" um mais famoso. É o suficiente pro "fulano" aparecer e ganhar a mídia.

Soma-se a isso a grande globalização da comunicação, que embora tenha seu lado positivo de nos dar acesso a bons músicos de outros lugares que não conheceríamos sem a Internet, também abre brecha para que qualquer bosta que ache que sabe cantar grave um vídeo no YouTube e depois venha a ficar famoso. E sabemos que a quantidade de merda por megabyte na grande rede é imensa, como se o site de vídeo do Google fosse um cavalo defecando.


Não duvido que possa aparecer alguém aqui defendendo algum desses "músicos" que eu citei. Vão apresentar todos os argumentos aqui pra defender seu ídolo, ou provavelmente vão me xingar à beça. Repito mais uma vez, gosto não se discute, cada um é livre para gostar do que quiser. Mas também é livre para desgostar do que quiser. E o meu argumento é esse: a quantidade de músicos de baixa qualidade, que não sabem cantar, que não escrevem boas canções e tocam instrumentos porcamente é muito elevada. Tudo isso porque se dá espaço para todo mundo de forma indiferente, é quase como uma celebração da mediocridade, qualquer um pode ser um astro, não importa quão ruim seja.

É a minha opinião, e não duvido que muita gente pensa o mesmo. Embora devem ter pessoas que não admitem, por medo de serem taxados como politicamente incorretos, por não gostarem de certos cantores.

De propósito, vou tomar o exemplo do Pablo Vittar. Eu acho que esse sujeito é o ápice da falta de qualidade musical, e de quebra incentiva uma das coisas que eu mais detesto, que é a valorização da música por conta de qualquer coisa, menos da música em si.


Experimente escutar uma música dele. Vai lá, eu espero...

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Se quiser pode ir lá no banheiro antes pra dar uma vomitada. Tenho tempo, sem pressa. Pode botar pra fora.

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Percebe o que eu estou falando? Agora me explica como que ele é um dos que mais bombou em 2017? Me explica como que esse sujeito foi eleito "a melhor cantora" do ano?

Me desculpe, mas Pablo Vittar não tem um mínimo de capacidade musical. O cara berra, ele não canta. Suas músicas (o que eu aguentei escutar, pelo menos) são sofríveis. Não tem nenhum tipo de talento. Consigo em cinco minutos listar cinquenta bandas e cantores que mostram maior capacidade musical do que ele. Repito algo que costumo dizer, a minha bunda consegue ser musicalmente mais talentosa que o Pablo Vittar.


Mas, mesmo assim ele é adorado pelo povo e pela mídia.

Sabe por quê? Por que ele faz uso de uma velha tática que não é nova: usar alguma coisa, que não tem nada a ver com música, como forma de chamar atenção. E ele foi extremamente "feliz" em escolher algo que é hoje o que a sociedade em geral mais aplaude, que é a diversidade de gênero.

Convenhamos... se o Pablo Vittar cantasse da mesma forma as mesmas músicas, mas se vestisse como homem em vez de posar como um travesti, dificilmente ele teria a fama que tem hoje. Mesmo se ele mudasse de sexo e se apresentasse como mulher, sem dar tanta ênfase a ser um travesti, provavelmente ele não teria a repercussão que tem.

Pra não dizerem que eu estou de perseguição, cito um outro exemplo que eu costumo usar, que já falei aqui, que é a banda Gorillaz. Não vou aqui discutir a qualidade musical deles (embora eu ache ruim pra burro), mas tenho a certeza de que eles jamais fariam todo o sucesso que fizeram se eles fossem uma banda normal, se os músicos mostrassem as suas caras e tocassem como de forma natural. Toda essa grande repercussão sobre eles é em muito influenciada pelo fato do Gorillaz se apresentar como um grupo de desenho animado, como se os músicos fossem os bonequinhos que vemos lá nos clipes. Ou seja, viraram um fenômeno musical não pela música que fazem, mas pela sacada de bolar uma idéia diferente que chamou a atenção.


E eu repudio muito isso. Eu acho que se vamos destacar um músico, tem que ser pela música, e não pelo fato deles se travestirem ou de aparecerem como um desenho animado. Seria como você dizer que uma mulher é uma grande escritora só porque ela é bonita ou falar que o sujeito é um excelente ator de cinema apenas por ele doar sangue toda semana. Não tem nada a ver uma coisa com a outra...

No caso do Pablo Vittar, é ainda pior pelo fato dele usar como arma de promoção a questão da diversidade de gênero. Em uma sociedade atual onde se aplaude essa liberdade toda, em que as manchetes enaltecem o travesti que joga vôlei feminino ou em que a Taís Araújo fica de mimimi porque sua filha gosta de brincar de boneca, não é surpresa que um cantor que se sente mulher venha a ser aplaudido pelos politicamente corretos e pela Rede Globo. Repito, o cara é um merda, não sabe cantar... mas mesmo assim foi eleito a cantora de 2017. Apenas pelo fato de ser transexual. Apenas por representar a diversidade.

O pior de tudo é o seguinte: os filhos das putas que fazem parte da polícia politicamente correta promovem aquela patrulha para demonizar qualquer um que fale mal do Pablo Vittar. Pois esses estúpidos bipolares tomam as dores do pobrezinho, e enxergam qualquer crítica ao "cantor" como sendo homofobia.

Ou seja, na cabeça do politicamente correto, se você não gosta de Pablo Vittar, você é homofóbico, um conservador retrógrado preconceituoso que merece morrer. Principalmente se você for homem, branco e heterossexual. É como se não fosse possível alguém achar a música dele ruim.


Na boa, vão tomar no rabo!

Eu detesto o Pablo Vittar sim. Mas não porque ele se veste como mulher. Mas porque ele canta mal para caralho! Porque ele é musicalmente um merda! Foda-se se ele bota peruca e meia-calça, se gosta de dar a bunda. Ele é péssimo! É o que há de pior na música nacional. Até o Falcão admitiu ter perdido o posto, ao publicar nas redes sociais que "finalmente aparece na gloriosa MPB, depois de tanto tempo, uma criatura pra cantar mais ruim do que eu."


Sábias palavras, Falcão. E só pra tirar os politicamente nervosinhos do sério, vale citar aqui outra de suas pérolas que se aplica bem ao momento: "homem é homem, menino é menino, macaco é macaco e viado é viado".

Essa é uma das razões pelas quais digo que a música está acabando... O que menos importa é a música em si, não tem nenhuma importância a banda dedicar seu tempo para escrever uma canção, passar horas no estúdio buscando os melhores arranjos, gravar e lançar seu álbum. Na atual conjuntura, músicos que querem fazer música de verdade perdem espaço para tipos como Pablo Vittar, que quer fama às custas de tudo, usando pra isso o fato de ser um travesti. Tudo isso porque a sociedade politicamente correta vê mais valor no ato de "passar a mensagem", no "lacrar", no "abalar os conservadores"...

Vou tomar outro exemplo. Dessa vez vamos falar da Anitta. Até para dar uma melhorada no visual do post, em que o Pablo Vittar já apareceu demais.


Tudo bem, admito: a Anitta é muito gata. Com todo o respeito, ela é gostosa pra burro. Mas como cantora, é uma tristeza. E é justamente pela questão de sua aparência e danças provocativas que ela ganhou o seu lugar ao Sol no ramo musical. Ainda mais no caso do funk, onde o sucesso de uma cantora parece ser diretamente proporcional ao tamanho de sua bunda e da quantidade de requebradas por minuto que ela consegue fazer...

Cito ela pois recentemente saiu um novo clipe dela, da música intitulada "Vai Malandra". Dá uma procurada no Youtube, pra ver o naipe da produção.

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Não precisa nem dizer que tal videoclipe foi aclamado pela sociedade. Digo a sociedade politicamente correta, pois houveram sim críticas de muitas pessoas que consideram o clipe ofensivo e degradante para as mulheres. Mas como essas críticas vieram dos "conservadores", então os politicamente corretos se esbaldaram, considerando o "Vai Malandra" um dedo na cara dos preconceituosos e dos atrasados, um hino do empoderamento feminino e por aí vai. Teve gente dizendo que a música tem uma mensagem politizada, que defende o valor cultural do funk e valoriza as comunidades.

Novamente, você vê que música é que o menos aparece nesse vídeo. Mensagem não tem nenhuma, tudo não passa de uma suruba na laje. Como disse o Danilo Gentili.


Pois é... Ou tava na bunda da Anitta ou de uma das dançarinas, ou na cara de bunda do povo.

O mais engraçado de tudo é escutar a posição das feministas diante desse clipe. Seria de se esperar que elas ficassem revoltadas com o uso descarado do corpo feminino de forma erotizada apenas para chamar a atenção, não é? Afinal de contas, elas acham um absurdo inaceitável as propagandas de cerveja com a Verão de biquini, acham errado que a mulher seja objetificada de forma degradante, qualquer mínima demonstração cultural em que o corpo feminino seja exposto de forma sexualizada para deixar os marmanjos babando é tida como errada e digna de censura.

Acontece que as feministas amaram o "Vai Malandra", seguem na linha de dizer que passa uma mensagem politizada de poder da mulher, acham a Anitta maravilhosa por abalar as estruturas da sociedade patriarcal e machista.


Realmente, me mijo de rir ao ver todo esse contorcionismo mental que os politicamente corretos fazem... Verdadeira hipocrisia da pôrra, isso sim!

Fica realmente complicado aturar a música assim. Estamos em uma decadência cultural sem precedentes, a qualidade musical despenca a ladeira. Tudo isso com a ajuda de tipos como Pablo Vittar e Anitta. Mas vou por um momento parar de pegar no pé deles, pois seria injusto culpá-los inteiramente pelo péssimo nível da música que temos hoje.

O que eu observo também é uma falta de originalidade extrema, que é muito bem percebida com a imensa quantidade de regravações de músicas que fizeram sucesso em um passado, tipicamente das décadas de 80 e 90. É descarado, pegam a mesma música de um cantor, cantora ou banda da época e a regravam, geralmente colocando um estilo ou ritmo totalmente diferente da original. 


Por exemplo, outro dia estava escutando o rádio e começou a tocar uma música estilo folk, daquelas com violão e etc, na voz de uma mulher meio enjoada. Comecei a escutar a letra, a reconhecer os versos, e me dei conta que se tratava de uma regravação da canção Take on Me, do grupo norueguês A-Ha, famoso na década de 80 inclusive no Brasil, regravada por uma desconhecida chamada Graziella Schazad. Pombas, regravar um clássico de um grupo que continua na ativa, acho meio falta de respeito. Sem falar que a regravação não chega aos pés do original.

Tudo bem que sou meio suspeito, pois eu curto muito as músicas das décadas de 80 e 90. Mas ao ver essa tendência, só me faz ter certeza de duas coisas: primeiro, que a maioria das pessoas hoje, especialmente no meio artístico, não tem nem um pouco de criatividade e de originalidade; e segundo, vendo como as músicas dos anos 80 e 90 são sempre as escolhidas para regravação, isso comprova a sua qualidade atemporal.

Não sei até que ponto esse tipo de regravação é algo aprovado pelos autores originais das músicas. Posso até estar aqui xingando a mulher sem muita razão, quem sabe se o A-Ha não deu autorização para ela regravar? Talvez seja algo como uma quebra de patente, sei lá, depois de alguns anos a música cai no domínio público e qualquer um pode usá-la sem pagar direitos autorais. Afinal de contas, vemos isso na literatura,com obras clássicas que agora podem ser baixadas na Internet sem problemas. E também sabemos que existem aquelas situações como tributos a uma determinada banda, como forma de homenagem a um músico por conta de sua contribuição ao ramo.

Acontece que certamente existem os casos de plágio mesmo, cópia descarada e barata de uma música famosa (ou às vezes nem tão famosa assim) promovida por um "músico" sem muita originalidade e talento.

Sinceramente eu acho que a quantidade de músicas assim aumentou muito. Na MPB então, nem se fala! As mesmas músicas sendo cantadas por diversos músicos, sem tirar nem pôr. Apenas com uma mudança de ritmo, ou um sutil arranjo dos versos cantados em tempos diferentes da música original, o que muitas vezes dá uma roupagem estranha à canção, que fica meio descontínua. Pra piorar mais ainda, aqui no Brasil ainda temos muito aquelas regravações em que uma música consagrada (geralmente internacional) é usada como base, e aí criam uma letra diferente, mas mantendo a mesma melodia, ou com mudanças muito pequenas. Tipo, procure pela música "Eu Vou Seguir" da cantora Marina Elali.


Tudo bem, ela até que é bonitinha, e valeu pra dar uma melhorada nos ares aqui depois do Pablo Vittar. Mas o foco aqui é musical, procura lá no Youtube essa música.

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Bom, aqueles que conhecem um pouco de música, ou que ao menos se lembram das Olimpíadas de Atlanta em 1996, reconheceram na hora a canção Reach da Gloria Estefan, que foi tema da competição. A melodia é exatamente a mesma, só a letra é que foi "abrasileirada"...

É isso que eu digo... Está cheio de cantor e cantora fazendo isso, pegando músicas consagradas de outros e regravando. Repito, sei que existem situações específicas onde você espera que seja feita uma regravação. Por exemplo, o cara grava uma música do Queen para um álbum de tributo ao Freddie Mercury, aí é algo compreensível e aceitável.

Agora, do nada pegar a música de outro e regravar... Pra mim é uma grande falta de capacidade de composição, uma verdadeira falta de originalidade.


Não sei... Essa é a minha humilde opinião sobre a situação musical neste século XXI. Sei que todos são livres para gostarem do que quiserem, mas eu penso que atualmente existe uma grande banalização cultural de uma forma geral. Não só na música, mas também na televisão, cinema, arte e literatura. Pode parecer prepotente de minha parte, mas eu penso que hoje, com a grande democratização e difusão da informação, juntamente com a conduta politicamente correta de "dar chances a todos", acabou dando brecha para que qualquer um não apenas tenha espaço para desenvolver a sua manifestação artística, mas que consiga uma popularização desenfreada da mesma, independente da qualidade do que faz.

Ficou meio confuso, eu sei. Mas explico: por exemplo, falando de música, hoje uma pessoa pode sozinha criar uma conta no Youtube e gravar uma música, que será aí espalhada para todos os cantos graças à sua rede de amizades. Ou seja, ficou mais fácil para um cantor ou cantora começar e divulgar a sua obra. O problema é que dessa forma não há nenhum tipo de critério, nenhum tipo de rigor na hora de lançar e difundir certas músicas. Acabou aquela dificuldade que um cantor passava, de se esforçar para gravar uma demo e sair batendo de porta em porta nas gravadoras, de escutar vários "nãos", exigindo assim um esforço maior para melhorar ainda mais, pra passar por um treinamento com a ajuda de um produtor para gravar aquela música que vai bombar nas paradas. Hoje, basta uma webcam e gravar qualquer coisa, vestindo uma peruca e usando maquiagem, que já será suficiente, sem muito esforço se vira um astro.

E aí, com isso se tornando cada vez mais frequente, o que vemos é isso aí, o declínio da música... Chegamos a uma situação onde a melhor cantora do ano foi um sujeito que se veste de mulher e ficou famoso somente por conta da solidariedade e enaltecimento da diversidade de gênero promovida pela sociedade moderna...

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