domingo, 1 de dezembro de 2013

Lulu Polêmica


Não, relaxa! Esse post aqui não é uma notícia extraordinária, onde a nossa querida Luluzinha foi pega em uma situação polêmica, como sendo fotografada em momentos íntimos com o Bolinha. Na verdade, não é nem sobre a Lulu que a gente conhece das histórias em quadrinhos e desenhos, que foi vítima recente de mais uma daquelas modernizações jovens que estragaram a Turma da Mônica, como eu mostrei algum tempo aqui neste post.

Eu vim hoje aqui falar a respeito de um aplicativo de celular que se chama Lulu, que chegou aqui no Brasil tem alguns dias. A premissa desse programa, que é voltado para o público feminino, é bem direta: ele acessa perfis de usuários no Facebook, somente de homens, e permite que a mulherada preencha algo como um questionário que avalia os sujeitos, dando notas para determinados quesitos como aparência, personalidade e etc, além de ser possível colocar aquelas estúpidas hashtags para classificá-los com determinados adjetivos. 


Claro que isso gerou uma grande polêmica, com muitos homens revoltados com a objetificação promovida pelo aplicativo, que resultou inclusive no surgimento da iniciativa de brasileiros de criarem um programinha similar chamado Tubby (que é o nome do Bolinha em inglês), só que com um foco mais pesado, onde os homens podem dar notas sobre certos atributos que normalmente são presenciados entre quatro paredes. Surgiu também toda uma onda de comentários a respeito da proposta do Lulu, tendo aqueles que acham errado, tendo aqueles que acham que é certo, vindo aquelas discussões a respeito de machismo e feminismo, igualdade entre sexos e por aí vai...

Eu confesso que não estou muito preocupado com esse aplicativo, pois eu tenho certeza de que sou tão repulsivo, nojento e desprezado pelas mulheres que as garotas que me têm como amigo no Facebook sequer vão se dar ao trabalho de avaliar alguma coisa ao meu respeito. E se chegarem, tenho certeza de que não será nada que eu já escuto ao vivo e em cores, já estou acostumado a ser chamado de feio, sem graça, chato e outros adjetivos pouco agradáveis. Essa é uma das "vantagens" de ser um exemplo de espécime reprovado pela seleção natural, nada me surpreende.


Mas acho que vale fazer um comentário a respeito desse aplicativo, sobre toda essa repercussão em cima da objetificação dos homens.

Pessoalmente, acho que esse aplicativo não fez nada de muito extraordinário, não revolucionou a sociedade e as pessoas tanto como estão dizendo. Afinal de contas, desde que o mundo é mundo que as pessoas falam das outras pelas costas, desde os primórdios isso acontece. Posso apostar que há milhares de anos os homens das cavernas se reuniam para falar mal de um dos membros da tribo que tinha roubado comida, que duas mulheres das cavernas fofocavam de outra mulher que havia arrumado uma roupa de pele de mamute albino, e assim por diante. E dentre essas conversas pelas costas, certamente sempre teve o comentário a respeito do sexo oposto, vindo de homens e mulheres.


Sim, de ambas as partes! Mulheres, deixem de ser hipócritas, vocês falam de nós homens sim! Sempre falaram!

Dessa forma, o que o aplicativo faz não é nada de novo, simplesmente está digitalizando a fofoca de banheiro de restaurante ou conversa de telefone entre amigas, quando estas vão falar a respeito do gatinho sentado no bar ou dos atributos e qualidades do affair da noite passada. Mulheres sempre fizeram e sempre vão fazer isso, não importa. O que o tal do Lulu faz é simplesmente divulgar de forma mais massificada essa informação, coletando as impressões de várias mulheres a respeito de um cara e colocando essa informação à disposição, funcionando como se fosse um cardápio, dando a chance das mulheres avaliarem previamente um possível namorado ou ficante da mesma forma que avaliam a qualidade de um restaurante ou filme de cinema.


E depois dizem que os homens é que são sacanas, e olham para as mulheres como objeto...

Uma coisa interessante é observar a conduta das mulheres a respeito de tal aplicativo. De uma forma mais geral, elas se dividem em dois grupos, sendo que o primeiro destes corresponde à mulheres que acham um absurdo essa idéia, que é ridículo ficar dando nota para os homens dessa forma, que é degradante. Conheço várias que adotam essa postura.

Tá bom, vamos considerar que elas estão falando sério. Apesar de no fundo eu achar que boa parte destas diz isso só para ficar bem na fita, para posarem de corretas, da mesma forma que eu canso de escutar essas mulheres dizendo que valorizam o cara que é educado, legal e simpático e que a beleza não é importante, mas só dão bola para o sujeito com pinta de galã de novela e bíceps bem definidos, de carteira gorda e que ostenta a chave de um BMW ou outro carro importado. Vamos considerar que essas mulheres estão sendo sinceras em dizer que tal aplicativo é superficial e degradante...

Mas, pergunto: será que elas não olham para os homens de forma superficial? Volto para o que eu citei acima, muitas mulheres entre elas conversam a respeito dessas coisas, ficam falando dos homens que conhecem na faculdade, no trabalho e na academia. Pergunto: o quanto isso é tão diferente de usar um aplicativo para dar notas para os caras? Na minha concepção, se a garota vai no Lulu e escreve que um fulano é "muito gato" e um beltrano "só serve pra friendzone", o quanto isso se difere dessa mesma garota chegar na rodinha de amigas e dizer que um fulano é "muito gato" e um beltrano "só serve pra friendzone"?


Claro que tem aquelas mulheres que estão aprovando o aplicativo. Embora seja possível que tenham mulheres que gostem por serem mais liberais e acharem perfeitamente natural esse olhar mais superficial de ambos os lados, a principal razão que motiva isso é mesmo o velho sentimento de revanchismo contra os homens, aquela postura de "ah, eles falam da gente, e agora a gente vai falar deles!", típica de feministas que querem ter o direito de fazer com os homens aquilo que a maioria deles faz com elas, não importando o quanto seja algo condenável. São aquelas mulheres que acham degradante que um homem fique babando pelo corpo de uma mulher, mas que está tudo bem se uma mulher babar pelo corpo de um homem.


Essas são as mais fáceis de falar, pois adotam a costumeira postura hipócrita de outros tipos, como os petralhas ou defensores de política de cotas por exemplo, uma postura que acha que os atos devem ser julgados por quem os comete, defendendo o favorecimento das minorias em vez da igualdade de fato. A partir do momento em que se adota essa de "pimenta nos olhos dos outros é refresco", na minha concepção já se perde todo o argumento. Se essas mulheres ficam usando esse aplicativo para dar notas sobre os homens que conhecem, elas perdem todo o direito de acharem ruim que os homens olhem para elas como pedaço de carne, dando notas para seus peitos, sua bunda e suas pernas. Essas aí são as primeiras que não podem falar nada do Lulu ou de qualquer outro programa similar.

Há ainda pessoas, homens e mulheres, que comentam que tal aplicativo comete uma invasão de privacidade, ao pegar a foto da pessoa do Facebook e expor dessa forma. Aí eu já acho babaquice dizer isso, não é de todo invasão de privacidade. Não usei o aplicativo (até porque o programa verifica se você é homem e impede seu acesso), mas pelo que vi ele somente pega o nome e a foto de perfil do sujeito, informações essas que são mesmo públicas no site (na dúvida, é só ler os termos do Facebook, aquele texto imenso que ninguém lê), cabendo depois a mulher dar as informações a respeito dele, como se o cara é amigo, ex-namorado ou caso e responder as perguntas. O único tipo de acesso que ele faz é vasculhar a lista de amigos da usuária, com o consentimento dela, e listar os amigos do sexo masculino.

Ou seja: nada muito diferente do que alguém jogar Candy Crush e enviar convite para todos seus amigos se juntarem ao jogo.


Dizer que o Lulu está invadindo a privacidade é estupidez. Se você tem uma conta no Facebook, é de sua responsabilidade o que você vai colocar ali no site, quem vai ter acesso ao quê. Existem várias configurações de segurança para que apenas amigos possam ver suas fotos, ou para exigir que você autorize quando alguém marcá-lo em um post, mas aposto que a maioria nem faz idéia que isso existe. Além disso, as pessoas acabam por livre e espontânea vontade colocando tudo sobre suas vidas ali, mostrando tudo que têm, onde estão e o que estão fazendo, naquela necessidade viciante que muitos têm de mostrar para o mundo o que está acontecendo. Coloca ali tudo da vida exposto pra todo mundo, e depois vai dizer que é invasão de privacidade quando um programinha pega sua foto de perfil público e usa para que as garotas avaliem, vai ficar de viadagem querendo processar o Facebook.


Eu digo o seguinte: se não quer sua vida seja exposta no Facebook, então cabe a você não expor sua vida no Facebook! Ou pelo menos tenha a consciência de saber o que você vai expor e as consequências disso. Ainda mais quando o assunto é se expor fisicamente. Se o cara coloca uma foto sem camisa ali, é porque certamente quer expor o físico, se a garota coloca uma foto com um decote ousado é porque quer seduzir. Se não quer ser objetificado, então não coloque fotos que façam que as pessoas a vejam dessa forma. Esse recado vai em especial para muitas garotas que cismam em colocar aquelas fotos em poses insinuantes de frente pro espelho do banheiro, que depois vão querer que os homens gostem delas por causa de suas personalidades, e vão se sentir ofendidas por estarem sendo objetificadas.

O mais engraçado disso é que tem gente que está revoltada com o aplicativo não pelo fato de que ele objetifique os homens. Tem gente que xinga o aplicativo por ele ser (segundo palavras que eu jamais imaginava existir que vi nesse site) um aplicativo "heteronormativo e homolesbotransfóbico". Sim, isso mesmo que você leu. Se eu entendi bem, "heteronormativo" seria pelo programa tentar forçar uma postura heterossexual, enquanto que o "homolesbotransfóbico" indicaria que o Lulu é contra homossexuais, lésbicas e travestis (ou transgêneros, como eles gostam de dizer).


Em outras palavras: tá cheio de Justine Biebers querendo avaliar também os homens, tá cheio de Marias Gadús querendo poder falar das mulheres, e eles se sentiram de fora da brincadeira. Tá foda mesmo... Daqui a pouco vão inventar um aplicativo chamado Robin pra que os gays possam se darem notas, já que eles gostam tanto de dar...

E digo mais: como essa turminha defensora de minorias gosta de inventar palavras de efeito, puta merda! Homolesbotransfóbico, puta que pariu, quem inventou isso?

Interessante observar que os criadores do aplicativo dizem não ter a intenção de gerar essa grande revolta, querendo servir mais como uma ferramenta voltada a ajudar as mulheres a encontrar melhores parceiros. Se você ver o vídeo de propaganda do aplicativo, que segue logo ali abaixo, tenta-se passar a idéia de que o Lulu pode ajudar as mulheres a trocarem informações que os homens escondem ou fingem, para que elas possam ter relacionamentos melhores. E até mesmo serviria para ajudar os homens, como quando você vê o carinha isolado na balada e a morena gatinha que é sua amiga (ou seja, que deu um friendzoned na testa dele) ajuda criando um perfil lá, falando de suas qualidades.


Tá bom, eu até entendo que a maioria dos homens manda muita lábia mesmo, dizem que são o que não são, ficam bancando os maiorais e escondem segredos que não são tão agradáveis (como o machão do vídeo que usa Crocs), e realmente as mulheres podem assim desmascarar os cretinos dos caras realmente decentes, os aproveitadores e destruidores de corações dos caras que realmente sabem respeitar as mulheres. Mas, ao meu ver, ao querer julgar um cara com base em questionários típicos da revista Contigo, eu não sei até que ponto isso seria justo, ou capaz de julgar o cara da forma correta. 

Até porque bobeando, com base nesses questionários, acaba que os cafajestes vão ser mais bem avaliados, e caras decentes podem ter notas baixas. Por exemplo, gostar de Star Wars é visto como um defeito, nada a ver.


É, Stormtrooper... dizem que as mulheres gostam de homens de uniforme, mas se for de um filme de ficção científica, elas odeiam...

O que mais condeno nesse aplicativo é a forma como as coisas são feitas: as mulheres têm a, digamos, segurança e proteção de poder fazer seus comentários de forma anônima, sem se identificar, e por sua vez os homens são expostos nesse site sem o seu consentimento. Tudo bem que podemos entender que já existe um certo consentimento do sujeito ao se colocar em uma rede social, como eu citei acima, o aplicativo não está fazendo nada de errado sob o ponto de vista dos termos do Facebook. Mas acho errado que uma pessoa, seja homem ou mulher, seja exposta dessa forma em um aplicativo com essa intenção, sem sua aprovação. É como se por estar no Facebook eu já fosse automaticamente levado para um site de relacionamentos.

Embora se você for no site você pode solicitar para que seu perfil seja removido da visualização pelo aplicativo, caso você não queira participar da brincadeira. Tudo isso apresentado junto com a foto de uma garota chorando, segurando o celular por supostamente ver que o seu perfil não está mais lá, como se ela estivesse triste por ver que você, um cara legal, para quem ela daria uma nota boa, ou que via em você um possível namorado, não está mais lá...


É, o aplicativo realmente foi feito por mulheres, usando o lado sentimental para dobrar nós homens. O que acontece é que tem homens de coração mole, como esse texugo que aqui escreve, que caem nessa...

Mas eu realmente acho meio complicado essa maneira como o programa atua, onde as mulheres ficam no anonimato e os homens sem saber o que está acontecendo. Isso gera na minha opinião espaço para duas coisas, sendo que por parte das mulheres isso motiva comentários mais maldosos e chulos, que elas certamente não fariam cara a cara ou se pudessem ser identificadas. Não se trata de algo exclusivo das mulheres, todo mundo tem a tendência a se sentir mais à vontade de falar mal quando está protegido pelo manto turvo do anonimato. Mas sabemos como as mulheres em sua maioria gostam de fofocar, gostam de contar segredos e falar sobre certas coisas. Aí numa plataforma dessas como o Lulu a mulherada pode começar a expor certas intimidades de ex-namorados e ficantes mal sucedidos, falando tudo que quiser do cara. Logicamente, como as mulheres são tipicamente mais emotivas, isso acaba levando a elas inventarem as piores coisas possíveis e imagináveis a respeito desses homens que elas desprezam.


Guardadas as devidas proporções, algo semelhante aos casos em que caras divulgam fotos íntimas de ex-namoradas na Internet. Claro, pegar fotos de uma garota que você namorou, onde ela está nua ou em poses provocantes, e divulgar é uma putaria sem tamanho, um cara que faz isso tem que ser pendurado pelos bagos em um daqueles ganchos de açougue. Mas uma garota chegar no Lulu e dizer que o sujeito tem pinto torto ou o desempenho sexual de um ancião de 90 anos, ou mesmo fazer uma propaganda teoricamente positiva ao sujeito ao dizer que ele é como Motumbo, em ambos os casos é um desprezo e falta de respeito pela intimidade de alguém com quem ela namorou ou saiu.

Lógico que não estou generalizando, posso até apostar que muitas mulheres devem dar notas positivas aos caras. Mas, da mesma forma que ocorre na fofoca do banheiro, não me surpreendo que de determinados sujeitos elas falam mal. E aí é que vem a segunda questão, pois o cara não sabe o que estão falando dele. A não ser que ele tenha uma amiga que use o aplicativo e mostre pra ele. E esse não saber leva o cara a ficar desconfiado, a ficar imaginando se suas amigas e ex-namoradas são realmente de confiança a ponto de respeitar sua privacidade. Logicamente, imaginando sempre o pior, principalmente se o cidadão tiver problemas de auto-estima, por não se enquadrar no estereótipo de homem desejado. Tudo pro cara se sentir nu e exposto diante dos olhos recriminadores das mulheres, uma sensação bem incômoda como quando o Homer se imaginou de cueca diante de uma audiência que o observava.


Aposto que algumas mulheres podem apontar o dedo na minha cara e dizer "ah, mas os homens fazem o mesmo!". Bom, pra começo de conversa, um erro não justifica o outro. Eu acho errado olhar para as mulheres como meros objetos sexuais, apesar de que passando por esse blog muitos podem dizer que penso o contrário, mas quem lê o que eu escrevo sabe que não desrespeito das mulheres. Como li numa reportagem há pouco, defender o direito das mulheres darem notas pros homens sob o argumento de que os homens já fazem isso em suas rodinhas de bar, é nivelar por baixo. Nessa idéia que muitas mulheres têm de revanchismo, acabam magoando e sacaneando aqueles caras que não merecem. Sei que tem muito filho da puta aí, que é incapaz de caminhar na rua sem virar o pescoço, imaginando como seria cavalgar qualquer garota bonita que passa; mas nem todos são assim, e usar um aplicativo como forma de vingancinha, pra difamar homens que elas não gostam, é baixo.

Somando a isso um fato que destaco: numa conversa de bar, ou mesmo numa fofoca no banheiro, as palavras estão ali no ar, naquele momento, soltas no ar. Diferente do Lulu, onde esses comentários, sejam eles positivos ou negativos, ficam ali escritos, registrados. De novo, sem saber quem escreveu, e sem o conhecimento da "vítima". E o pior: exposto para qualquer outra mulher, mesmo que ela faça parte de outro círculo de amizades do sujeito. Ou seja, podemos ter a ex-namorada neurótica da faculdade que quer se vingar do cara por ele ter terminado com ela, e vai colocar uma hashtag como #curtefioterra, que vai ser vista pelas colegas de trabalho, pela atual namorada e quem sabe até mesmo por familiares do cara... Já imaginou a situação? 

A não ser que ele curta mesmo essa de via de mão dupla. Não é minha praia, aqui a porta traseira é só de saída.


Muitas polêmicas mesmo... O Lulu realmente está dando o que falar, com homens se sentindo ofendidos por serem avaliados dessa forma pelas mulheres. Claro, só aqueles que estão com notas baixas, pode apostar que os caras que estão com nota azul e recebendo identificações como "gatinho", "gostoso" ou "homem-tripé" devem estar adorando mais essa propaganda. Não importa a opinião, a repercussão é tremenda, mostrando que quando o assunto é a guerra dos sexos sempre tem assunto pra se discutir e se falar. Gente a favor, gente contra, feministas revanchistas e gays se sentindo excluídos, tem de tudo... E se esse Tubby realmente sair, aí é que o bicho pega, vou querer ver se as mesmas mulheres que acham o Lulu legal vão gostar de serem elas o alvo da brincadeira...

Como sempre, homens e mulheres vão sempre ficar nessa briga, sempre achando que o sexo oposto não presta, sempre achando que podem fazer mas o outro não. Homens se achando no direito de olhar para mulheres como pedaços de carne e mulheres condenando essa postura superficial; mulheres se achando no direito de olhar para homens como pedaços de carne e homens condenando essa postura superficial. Passam anos, décadas, eras... e sempre será essa disputa entre clube da Luluzinha e do Bolinha.


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